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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Enquete do blog:57 x 49. Supremo decide por 8 x 2 que aborto de fetos anencéfalos não é crime

Enquete do blog:57 x 49. Supremo decide por 8 x 2 que aborto de fetos anencéfalos não é crime
O resultado da enquete do blog sobre se você apoiaria o aborto de fetos anencéfalos foi 57 votos a favor e 49 contras.

Após dois dias de debate, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (12) que grávidas de fetos sem cérebro poderão optar por interromper a gestação com assistência médica. Por 8 votos a 2, os ministros definiram que o aborto em caso de anencefalia não é crime.

A decisão, que passa a valer após a publicação no "Diário de Justiça", não considerou a sugestão de alguns ministros para que fosse recomendado ao Ministério da Saúde e ao Conselho Federal de Medicina que adotassem medidas para viabilizar o aborto nos casos de anencefalia. Também foram desconsideradas as propostas de incluir, no entendimento do Supremo, regras para a implementação da decisão.

O Código Penal criminaliza o aborto, com exceção aos casos de estupro e de risco à vida da mãe, e não cita a interrupção da gravidez de feto anencéfalo. Para a maioria do plenário do STF, obrigar a mulher manter a gravidez diante do diagnóstico de anencefalia implica em risco à saúde física e psicológica. Aliado ao sofrimento da gestante, o principal argumento para permitir a interrupção da gestação nesses casos foi a impossibilidade de sobrevida do feto fora do útero.

“Aborto é crime contra a vida. Tutela-se a vida em potencial. No caso do anencéfalo, não existe vida possível. O feto anencéfalo é biologicamente vivo, por ser formado por células vivas, e juridicamente morto, não gozando de proteção estatal. [...] O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Anencefalia é incompatível com a vida”, afirmou o relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello.

Ao final do julgamento, uma manifestante se exaltou e os ministros deixaram o plenário enquanto ela gritava palavras de ordem. "Eu tenho vergonha. Hoje para mim foi rasgada a Carta Magna. Se ela não protege os indefesos, que dirá a nós", disse Maria Angélica de Oliveira Farias, advogada e participante de uma associação de espíritas.

O voto do ministro Marco Aurélio foi acompanhado pelos ministros Ayres Britto, Luiz Fux, Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso, presidente da corte, foram contra. O caso foi julgado por 10 dos 11 ministros que compõem a Corte. Dias Toffoli não participou porque se declarou impedido, já que, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente sobre o tema, a favor do aborto de fetos sem cérebro.

"Um bebê anencéfalo é geralmente cego, surdo, inconsciente e incapaz de sentir dor. Apesar de que alguns indivíduos com anencefalia possam viver por minutos, a falta de um cérebro descarta complementamente qualquer possibilidade de haver consciência. [...] Impedir a interrupção da gravidez sob ameaça penal equivale à tortura”, disse o ministro Luiz Fux.

O entendimento do Supremo valerá para todos os casos semelhantes, e os demais órgãos do Poder Público estão obrigados a respeitá-lo. Em caso de recusa à aplicação da decisão, a mulher pode recorrer à Justiça para interromper a gravidez.

A decisão foi tomada pelo STF ao analisar ação proposta em 2004 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, que pediu ao Supremo a permissão para, em caso de anencefalia, ser interrompida a gravidez.

Os ministros se preocuparam em ressaltar que o entendimento não autoriza “práticas abortivas”, nem obriga a interrupção da gravidez de anencéfalo. Apenas dá à mulher a possibilidade de escolher ou não o aborto em casos de anencefalia.

“Faço questão de frisar que este Supremo Tribunal Federal não está decidindo permitir o aborto. [...] Não se cuida aqui de obrigar. Estamos deliberando sobre a possibilidade jurídica de um médico ajudar uma pessoa que esteja grávida de feto anencéfalo de ter a liberdade de seguir o que achar o melhor caminho”, disse Cármen Lúcia.

Matéria e imagem extraída do G1
O resultado da enquete do blog sobre se você apoiaria o aborto de fetos anencéfalos foi 57 votos a favor e 49 contras.

Após dois dias de debate, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (12) que grávidas de fetos sem cérebro poderão optar por interromper a gestação com assistência médica. Por 8 votos a 2, os ministros definiram que o aborto em caso de anencefalia não é crime.

A decisão, que passa a valer após a publicação no "Diário de Justiça", não considerou a sugestão de alguns ministros para que fosse recomendado ao Ministério da Saúde e ao Conselho Federal de Medicina que adotassem medidas para viabilizar o aborto nos casos de anencefalia. Também foram desconsideradas as propostas de incluir, no entendimento do Supremo, regras para a implementação da decisão.

O Código Penal criminaliza o aborto, com exceção aos casos de estupro e de risco à vida da mãe, e não cita a interrupção da gravidez de feto anencéfalo. Para a maioria do plenário do STF, obrigar a mulher manter a gravidez diante do diagnóstico de anencefalia implica em risco à saúde física e psicológica. Aliado ao sofrimento da gestante, o principal argumento para permitir a interrupção da gestação nesses casos foi a impossibilidade de sobrevida do feto fora do útero.

“Aborto é crime contra a vida. Tutela-se a vida em potencial. No caso do anencéfalo, não existe vida possível. O feto anencéfalo é biologicamente vivo, por ser formado por células vivas, e juridicamente morto, não gozando de proteção estatal. [...] O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Anencefalia é incompatível com a vida”, afirmou o relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello.

Ao final do julgamento, uma manifestante se exaltou e os ministros deixaram o plenário enquanto ela gritava palavras de ordem. "Eu tenho vergonha. Hoje para mim foi rasgada a Carta Magna. Se ela não protege os indefesos, que dirá a nós", disse Maria Angélica de Oliveira Farias, advogada e participante de uma associação de espíritas.

O voto do ministro Marco Aurélio foi acompanhado pelos ministros Ayres Britto, Luiz Fux, Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso, presidente da corte, foram contra. O caso foi julgado por 10 dos 11 ministros que compõem a Corte. Dias Toffoli não participou porque se declarou impedido, já que, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente sobre o tema, a favor do aborto de fetos sem cérebro.

"Um bebê anencéfalo é geralmente cego, surdo, inconsciente e incapaz de sentir dor. Apesar de que alguns indivíduos com anencefalia possam viver por minutos, a falta de um cérebro descarta complementamente qualquer possibilidade de haver consciência. [...] Impedir a interrupção da gravidez sob ameaça penal equivale à tortura”, disse o ministro Luiz Fux.

O entendimento do Supremo valerá para todos os casos semelhantes, e os demais órgãos do Poder Público estão obrigados a respeitá-lo. Em caso de recusa à aplicação da decisão, a mulher pode recorrer à Justiça para interromper a gravidez.

A decisão foi tomada pelo STF ao analisar ação proposta em 2004 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, que pediu ao Supremo a permissão para, em caso de anencefalia, ser interrompida a gravidez.

Os ministros se preocuparam em ressaltar que o entendimento não autoriza “práticas abortivas”, nem obriga a interrupção da gravidez de anencéfalo. Apenas dá à mulher a possibilidade de escolher ou não o aborto em casos de anencefalia.

“Faço questão de frisar que este Supremo Tribunal Federal não está decidindo permitir o aborto. [...] Não se cuida aqui de obrigar. Estamos deliberando sobre a possibilidade jurídica de um médico ajudar uma pessoa que esteja grávida de feto anencéfalo de ter a liberdade de seguir o que achar o melhor caminho”, disse Cármen Lúcia.

Matéria e imagem extraída do G1

Em Garanhuns: Pai de uma das vítimas espera reencontrar a neta

Em Garanhuns: Pai de uma das vítimas espera reencontrar a neta
Em meio a tantas histórias de horror e de crimes, com cerca de oito mulheres assassinadas, esquartejadas e enterradas em Garanhuns, surge uma esperança de final feliz. Pelo menos para uma família. 

A confissão do assassinato de uma mulher no ano de 2008 em Olinda pode pôr fim à busca dos familiares de Jéssica Camila Pereira que, infelizmente, podem se deparar com a perda da jovem, mas se reconfortar com o reencontro com a filha dela, hoje com cinco anos de idade. 

Hoje, o pai de Jéssica, Emanuel Araújo Pereira falou com exclusividade ao Programa Cardinot Aqui na Clube. Agora, o ajudante de pedreiro quer lutar pela guarda da criança e visitar a menina em Garanhuns. No entanto, o encontro só será liberado pelo juizado da Criança após a comprovação do parentesco. 

Jéssica teria sido morta por Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva em julho de 2008. O trio contou ao delegado de Garanhuns, Wesley Fernandes Oliveira, ter encontrado Jéssica e a filha dela, então com dois anos, pedindo esmolas em um canal em Boa Viagem. Segundo os suspeitos, as duas foram levadas para a casa da família, no bairro de Rio Doce, onde a mãe foi assassinada dois meses depois, após manifestar o desejo de deixar o local.

Informações e imagem do Diário de Pernambuco


Em meio a tantas histórias de horror e de crimes, com cerca de oito mulheres assassinadas, esquartejadas e enterradas em Garanhuns, surge uma esperança de final feliz. Pelo menos para uma família. 

A confissão do assassinato de uma mulher no ano de 2008 em Olinda pode pôr fim à busca dos familiares de Jéssica Camila Pereira que, infelizmente, podem se deparar com a perda da jovem, mas se reconfortar com o reencontro com a filha dela, hoje com cinco anos de idade. 

Hoje, o pai de Jéssica, Emanuel Araújo Pereira falou com exclusividade ao Programa Cardinot Aqui na Clube. Agora, o ajudante de pedreiro quer lutar pela guarda da criança e visitar a menina em Garanhuns. No entanto, o encontro só será liberado pelo juizado da Criança após a comprovação do parentesco. 

Jéssica teria sido morta por Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva em julho de 2008. O trio contou ao delegado de Garanhuns, Wesley Fernandes Oliveira, ter encontrado Jéssica e a filha dela, então com dois anos, pedindo esmolas em um canal em Boa Viagem. Segundo os suspeitos, as duas foram levadas para a casa da família, no bairro de Rio Doce, onde a mãe foi assassinada dois meses depois, após manifestar o desejo de deixar o local.

Informações e imagem do Diário de Pernambuco


Garanhuns recebe a 32ª Vara Federal de Pernambuco

Garanhuns recebe a 32ª Vara Federal de Pernambuco
O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargador federal Paulo Roberto de Oliveira Lima, e a diretora do Foro da Seção Judiciária em Pernambuco – SJPE, juíza federal Joana Carolina Lins Pereira, instalaram hoje (13), em Garanhuns, a 32ª Vara Federal de Pernambuco. Em pouco mais de um mês, já é a sétima vara instalada pelo presidente do TRF5 na 5ª Região, em cumprimento à Lei 12.011/2009, que determina a ampliação e interiorização da Justiça Federal. 

Sob a titularidade da juíza federal Marília Ivo Neves, a nova vara receberá os feitos em tramitação no Juizado Especial Adjunto da 23ª Vara, que passará a funcionar como juízo de competência exclusivamente comum. Segundo a titular, é uma honra assumir esse posto. “A força simbólica que me traz aqui é imensa, pois além de ter raízes familiares na cidade, cultivo uma relação afetiva com o local”, revelou. 

Para a diretora de Foro da SJPE, ao inaugurar esta vara, repete-se a experiência bem sucedida de Caruaru e Recife, onde as varas de JEFs foram especializadas. “Os processos de até 60 salários mínimos tendem a correr com mais celeridade quando ganham uma vara específica”, explicou. 

De acordo com Luis Carlos de Oliveira, prefeito do município que é um polo universitário e de eventos, como o Festival de Inverno de Garanhuns, a vara vai incrementar a economia local, “favorecendo a camada mais pobre da população”. 

O presidente do TRF5 complementou: “é uma necessidade urgente os juizados estarem perto da população mais necessitada, para que o cidadão possa, efetivamente, fazer valer os seus direitos. Mal se inaugura um JEF e já começam a tramitar mais de mil processos, o que demonstra a grande demanda reprimida”. 

Com essa inauguração, mais de meio milhão de habitantes dos municípios de Angelim, Águas Belas, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçado, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iati, Ibirajuba, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmeirina, Paranatama, Quipapá, Saloá, São Bento do Una, São João e Terezinha serão beneficiados. 

A 32ª Vara funcionará provisoriamente num edifício alugado na Rua Manoel Borba, 168, Centro – Garanhuns. “A nossa intenção é expandir o prédio da 23ª vara, para que a Justiça Federal em Garanhuns fique concentrada lá”, avisou Joana Carolina.
O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargador federal Paulo Roberto de Oliveira Lima, e a diretora do Foro da Seção Judiciária em Pernambuco – SJPE, juíza federal Joana Carolina Lins Pereira, instalaram hoje (13), em Garanhuns, a 32ª Vara Federal de Pernambuco. Em pouco mais de um mês, já é a sétima vara instalada pelo presidente do TRF5 na 5ª Região, em cumprimento à Lei 12.011/2009, que determina a ampliação e interiorização da Justiça Federal. 

Sob a titularidade da juíza federal Marília Ivo Neves, a nova vara receberá os feitos em tramitação no Juizado Especial Adjunto da 23ª Vara, que passará a funcionar como juízo de competência exclusivamente comum. Segundo a titular, é uma honra assumir esse posto. “A força simbólica que me traz aqui é imensa, pois além de ter raízes familiares na cidade, cultivo uma relação afetiva com o local”, revelou. 

Para a diretora de Foro da SJPE, ao inaugurar esta vara, repete-se a experiência bem sucedida de Caruaru e Recife, onde as varas de JEFs foram especializadas. “Os processos de até 60 salários mínimos tendem a correr com mais celeridade quando ganham uma vara específica”, explicou. 

De acordo com Luis Carlos de Oliveira, prefeito do município que é um polo universitário e de eventos, como o Festival de Inverno de Garanhuns, a vara vai incrementar a economia local, “favorecendo a camada mais pobre da população”. 

O presidente do TRF5 complementou: “é uma necessidade urgente os juizados estarem perto da população mais necessitada, para que o cidadão possa, efetivamente, fazer valer os seus direitos. Mal se inaugura um JEF e já começam a tramitar mais de mil processos, o que demonstra a grande demanda reprimida”. 

Com essa inauguração, mais de meio milhão de habitantes dos municípios de Angelim, Águas Belas, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçado, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iati, Ibirajuba, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmeirina, Paranatama, Quipapá, Saloá, São Bento do Una, São João e Terezinha serão beneficiados. 

A 32ª Vara funcionará provisoriamente num edifício alugado na Rua Manoel Borba, 168, Centro – Garanhuns. “A nossa intenção é expandir o prédio da 23ª vara, para que a Justiça Federal em Garanhuns fique concentrada lá”, avisou Joana Carolina.

Casal que matou e esquartejou mulheres em Garanhuns dá entrevista a canal de tv

Casal  que matou e esquartejou mulheres em Garanhuns dá entrevista a canal de tv
Portal NE10 em parceria com a TV Jornal Caruaru, filiada SBT, conseguiu entrevistar com exclusividade o casal Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, e Isabel Cristina Pires, 50, acusados de matar, esquartejar e enterrar os corpos no quintal da própria casa no Jardim Petrópolis, em Garanhuns, Agreste Meridional de Pernambuco. 

» Com frieza Jorge Negromonte conta detalhe de como escolhia as vítimas para o ritual macabro que chama de “Missão”:


» Já Isabel Cristina, na cadeia, nega ter participado dos crimes:

NE 10


Portal NE10 em parceria com a TV Jornal Caruaru, filiada SBT, conseguiu entrevistar com exclusividade o casal Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, e Isabel Cristina Pires, 50, acusados de matar, esquartejar e enterrar os corpos no quintal da própria casa no Jardim Petrópolis, em Garanhuns, Agreste Meridional de Pernambuco. 

» Com frieza Jorge Negromonte conta detalhe de como escolhia as vítimas para o ritual macabro que chama de “Missão”:


» Já Isabel Cristina, na cadeia, nega ter participado dos crimes:

NE 10

Assassinos de mulheres vendiam salgados recheados de carne humana em Garanhuns

Assassinos de mulheres vendiam salgados recheados de carne humana em  Garanhuns
O inquérito ainda não foi concluído, mas o trio investigado pela autoria de pelo menos oito assassinatos em série, praticados contra mulheres nas cidades pernambucanas de Garanhuns, Recife e Olinda e ainda na Paraíba e Rio Grande do Norte, devem ser indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, sequestro, falsidade ideológica e estelionato.

No entanto, relatos feitos com frieza e riqueza de detalhes por Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva revelam uma face ainda mais cruel dos assassinatos e um crime contra a saúde pública, considerado hediondo pela Justiça: a carne das vítimas era ingerida pelos adultos e pela criança raptada pelo trio - que chegou a consumir a carne da própria mãe - e servia para o preparo de alimentos vendidos na cidade. Sem saber, moradores da cidade de Garanhuns, último ponto de parada dos suspeitos, também teriam praticado canibalismo.

Os suspeitos contaram que desfiavam parte da carne das vítimas e transformavam em salgados, como coxinhas e empadas, para serem vendidos pelas ruas. Carnes humanas, temperadas, teriam sido encontradas em um freezer na residência dos suspeitos e levadas por populares que invadiram a casa na tarde da quarta-feira passada. Testemunhas afirmaram já ter visto e até comprado a comida sem saber que se tratava de restos mortais.

Riscos - Deixando de lado a questão ética, os riscos da ingestão da carne humana, de acordo com a Vigilância Sanitária de Garanhuns, são os mesmos da ingestão de qualquer tipo de carne animal. “Toda carne tem que passar por análise para ser consumida. Se as mulheres apresentavam alguma patologia, essas doenças podem ser transmitidas, como acontece com qualquer animal”, diz a chefe da Vigilância Sanitária de Garanhuns, Catarina Pereira de Almeida.

Orientações - Ela esclarece aos eventuais consumidores dos produtos vendidos pelo trio que, em princípio, não é necessário procurar serviços de saúde. "Caso essas pessoas apresentem vômito, diarreia ou dores abdominais, devem procurar um médico para fazer exames", afirma Catarina. Para o representante da Vigilância Sanitária estadual do município, Manoel Luiz de França, a falta de condições para a produção de alimentos, que pode ser comprovada pelas imagens feitas no imóvel dos assassinos, já são um indício de risco à saúde de quem consumiu os salgados: “De qualquer forma, toda manipulação de alimentos deve ser feita de maneira apropriada e o local com certeza não era adequado.”

Matéria extraída do Pernambuco.com
O inquérito ainda não foi concluído, mas o trio investigado pela autoria de pelo menos oito assassinatos em série, praticados contra mulheres nas cidades pernambucanas de Garanhuns, Recife e Olinda e ainda na Paraíba e Rio Grande do Norte, devem ser indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, sequestro, falsidade ideológica e estelionato.

No entanto, relatos feitos com frieza e riqueza de detalhes por Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva revelam uma face ainda mais cruel dos assassinatos e um crime contra a saúde pública, considerado hediondo pela Justiça: a carne das vítimas era ingerida pelos adultos e pela criança raptada pelo trio - que chegou a consumir a carne da própria mãe - e servia para o preparo de alimentos vendidos na cidade. Sem saber, moradores da cidade de Garanhuns, último ponto de parada dos suspeitos, também teriam praticado canibalismo.

Os suspeitos contaram que desfiavam parte da carne das vítimas e transformavam em salgados, como coxinhas e empadas, para serem vendidos pelas ruas. Carnes humanas, temperadas, teriam sido encontradas em um freezer na residência dos suspeitos e levadas por populares que invadiram a casa na tarde da quarta-feira passada. Testemunhas afirmaram já ter visto e até comprado a comida sem saber que se tratava de restos mortais.

Riscos - Deixando de lado a questão ética, os riscos da ingestão da carne humana, de acordo com a Vigilância Sanitária de Garanhuns, são os mesmos da ingestão de qualquer tipo de carne animal. “Toda carne tem que passar por análise para ser consumida. Se as mulheres apresentavam alguma patologia, essas doenças podem ser transmitidas, como acontece com qualquer animal”, diz a chefe da Vigilância Sanitária de Garanhuns, Catarina Pereira de Almeida.

Orientações - Ela esclarece aos eventuais consumidores dos produtos vendidos pelo trio que, em princípio, não é necessário procurar serviços de saúde. "Caso essas pessoas apresentem vômito, diarreia ou dores abdominais, devem procurar um médico para fazer exames", afirma Catarina. Para o representante da Vigilância Sanitária estadual do município, Manoel Luiz de França, a falta de condições para a produção de alimentos, que pode ser comprovada pelas imagens feitas no imóvel dos assassinos, já são um indício de risco à saúde de quem consumiu os salgados: “De qualquer forma, toda manipulação de alimentos deve ser feita de maneira apropriada e o local com certeza não era adequado.”

Matéria extraída do Pernambuco.com

Assassinos das mulheres de Garanhuns afirmam participar de seita que combatia a procriação

Assassinos das mulheres de Garanhuns afirmam participar de seita que combatia a procriação
De acordo com o delegado Wesley Fernandes Oliveira, da 2ª Delegacia de Garanhuns, responsável pelo inquérito que apura a morte e o esquartejamento de duas mulheres na cidade, os três acusados, Bruna Cristina de Oliveira da Silva, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Isabel Cristina Pires da Silveira, podem estar envolvidos em muitos outros crimes. "Isabel disse que eles já teriam matado pelo menos sete pessoas. Mas o casal não confirmou. Eles alegam que matam seguindo um ritual. Estamos investigando". 

Úteros malditos - O trio afirma participar de uma seita chamada Cartel , anti-semitista e que combatia a procriação, por isso premeditava assassinar mulheres que tinham “úteros maldidos" por terem gerado mais de um filho. O primeiro crime cometido por eles teria sido contra uma moradora de rua identificada como Jéssica Camila. Ela teria sido tirada das ruas pelos suspeitos quando pedia esmolas em um canal em Boa Viagem, no Recife. 

Com uma filha de dois anos, foi levada para a casa da família, no bairro de Rio Doce, Olinda, onde foi assassinada dois meses depois. O crime aconteceu em julho de 2008. Jéssica também teve o corpo enterrado no quintal da casa e depois teve os ossos removidos para um terreno baldio, quando o trio se mudou para a Paraíba. Desde então, uma das suspeitas, Bruna, passou a usar a identidade da falecida. 

A polícia acredita que a criança de cinco anos que morava com a família e participava dos rituais seria filha de Jéssica. De acordo com os três envolvidos, além de matar, esquartejar e enterrar as vítimas, eles comiam a carne dos corpos e faziam com que a garotinha também se alimentasse dos restos humanos praticando canibalismo. 

Jorge contou ao delegado que, após a morte da mãe da criança, comemorou: “O harém acabou e ganhei uma nova filha”, disse, referindo-se à criança, que era usada para atrair as vítimas que se candidatavam à vaga de babá. 

Agora, a menina que possui duas certidões de nascimento com nomes e parentescos diferentes, está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Garanhuns. A polícia já localizou uma tia de Jéssica em Igarassu. 

Divindade - Ainda de acordo com o suspeito, para a seita, a criança é tida como uma entidade por sua pureza e inocência. Ele acrescentou que o trio seria apenas uma célula da seita que reúne centenas de pessoas ao redor do mundo. Também contou que os crimes eram praticados apenas por ele e Bruna, porque Isabel seria muito nervosa e atrapalhava os rituais de purificação, acrescentando que as mulheres foram mortas com uma faca de cozinha que já está em poder da polícia.

A polícia do Rio Grande do Norte investiga a participação dos suspeitos na morte de mais uma mulher naquele estado.


Com informações da repórter Priscila Assis, da TV Clube
De acordo com o delegado Wesley Fernandes Oliveira, da 2ª Delegacia de Garanhuns, responsável pelo inquérito que apura a morte e o esquartejamento de duas mulheres na cidade, os três acusados, Bruna Cristina de Oliveira da Silva, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Isabel Cristina Pires da Silveira, podem estar envolvidos em muitos outros crimes. "Isabel disse que eles já teriam matado pelo menos sete pessoas. Mas o casal não confirmou. Eles alegam que matam seguindo um ritual. Estamos investigando". 

Úteros malditos - O trio afirma participar de uma seita chamada Cartel , anti-semitista e que combatia a procriação, por isso premeditava assassinar mulheres que tinham “úteros maldidos" por terem gerado mais de um filho. O primeiro crime cometido por eles teria sido contra uma moradora de rua identificada como Jéssica Camila. Ela teria sido tirada das ruas pelos suspeitos quando pedia esmolas em um canal em Boa Viagem, no Recife. 

Com uma filha de dois anos, foi levada para a casa da família, no bairro de Rio Doce, Olinda, onde foi assassinada dois meses depois. O crime aconteceu em julho de 2008. Jéssica também teve o corpo enterrado no quintal da casa e depois teve os ossos removidos para um terreno baldio, quando o trio se mudou para a Paraíba. Desde então, uma das suspeitas, Bruna, passou a usar a identidade da falecida. 

A polícia acredita que a criança de cinco anos que morava com a família e participava dos rituais seria filha de Jéssica. De acordo com os três envolvidos, além de matar, esquartejar e enterrar as vítimas, eles comiam a carne dos corpos e faziam com que a garotinha também se alimentasse dos restos humanos praticando canibalismo. 

Jorge contou ao delegado que, após a morte da mãe da criança, comemorou: “O harém acabou e ganhei uma nova filha”, disse, referindo-se à criança, que era usada para atrair as vítimas que se candidatavam à vaga de babá. 

Agora, a menina que possui duas certidões de nascimento com nomes e parentescos diferentes, está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Garanhuns. A polícia já localizou uma tia de Jéssica em Igarassu. 

Divindade - Ainda de acordo com o suspeito, para a seita, a criança é tida como uma entidade por sua pureza e inocência. Ele acrescentou que o trio seria apenas uma célula da seita que reúne centenas de pessoas ao redor do mundo. Também contou que os crimes eram praticados apenas por ele e Bruna, porque Isabel seria muito nervosa e atrapalhava os rituais de purificação, acrescentando que as mulheres foram mortas com uma faca de cozinha que já está em poder da polícia.

A polícia do Rio Grande do Norte investiga a participação dos suspeitos na morte de mais uma mulher naquele estado.


Com informações da repórter Priscila Assis, da TV Clube

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Em Garanhuns: Trio assassino confessa ter matado sete pessoas

Em Garanhuns: Trio assassino confessa ter matado sete pessoas
Nesta quinta-feira (12), a polícia de Garanhuns conseguiu obter novidades sobre o caso do trio que assassinou e esquartejou duas mulheres e enterrou no quintal da casa onde moravam. Após depoimento dos suspeitos, foi descoberto que Jéssica Camila da Silva Pereira, a amante, na verdade, era o nome de uma moradora de rua. Ela teria sido assassinada por eles em 2008, no Bairro Novo, em Olinda.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernandes, Bruna Cristina da Silva adulterou todos os documentos da vítima, que na época do crime tinha apenas 17 anos. Ainda de acordo com a polícia, a mulher, que foi vista pelo trio pedindo dinheiro em um sinal segurando uma criança no colo, foi atraída junto com seu filho recém-nascido, após um convite de trabalho e moradia. Tática que também foi utilizada com as outras vítimas do trio assassino. 

Após passar algum tempo morando junto com seus próprios assassinos, Jéssica, que era citada no diário de um Esquizofrênico como “adolescente maldita”, acabou se envolvendo no triângulo amoroso entre Jorge, Bruna e Isabel. Dois meses depois, brigas motivadas por ciúmes fizeram com que os suspeitos colocassem em prática o plano de matar Bruna e ficar com a criança. Os suspeitos afirmaram que precisam de um filho para que conseguissem ter uma família mais feliz. 

O instinto assassino impressiona pelos requintes de crueldade utilizadas para matar a vítima. Após esquartejá-la, eles retiravam o coração - parte que afirmaram ser a preferida -, o fígado, e os músculos da perna, ferviam e comiam juntos, numa espécie de ritual macabro, inclusive dando partes dos corpos para a criança ingerir. A polícia acredita que esse mesmo ritual foi feito também com as outras vítimas. 

Em depoimento, o trio também disse participar de uma seita antissemita chamada “Cartel”. Eles revelaram que discriminavam mulheres com muitos filhos e que já tivessem praticado aborto e queriam fazer uma espécie de contenção demográfica. 

Isabel confessou o assassinato de sete pessoas. Os crimes teriam sido cometidos em várias localidades do Estado. Jorge também confessou ter matado uma pessoa quando tinha 12 anos de idade. Segundo a polícia, devido à inconstância de informações repassadas pelos suspeitos e ao histórico de doença mental da dupla, a veracidade das declarações será investigada. 

Isabel também confirmou que vendia coxinhas, empadas, entre outros, feitos com a carne das vítimas. A carne era congelada, desfiada e também era utilizada para alimentar a família. A suspeita era ambulante e vendia os salgados em diversas partes de Caruaru e Garanhuns. 

Uma outra pessoa que seria assassinada pelo trio, e que inclusive já tinha uma vala pronta para o seu corpo, já foi identificada e também se tratava de uma adolescente. A polícia conseguiu chegar a jovem após sua mãe reconhecer as características do trio e entrar em contato. 

População revoltada invade e destrói casa da família

Durante a madrugada desta quinta-feira (12), moradores da localidade invadiram, saquearam e tocaram fogo na casa da família, o que vai atrapalhar um pouco a investigação e busca por indícios, já que o fogo destruiu quase tudo. A polícia ainda conseguiu prender em flagrantes alguns suspeitos que estavam levando alguns eletrodomésticos da casa, como geladeira, fogão e a televisão. Os objetos já foram recuperados.

Fonte: Folha PE
Nesta quinta-feira (12), a polícia de Garanhuns conseguiu obter novidades sobre o caso do trio que assassinou e esquartejou duas mulheres e enterrou no quintal da casa onde moravam. Após depoimento dos suspeitos, foi descoberto que Jéssica Camila da Silva Pereira, a amante, na verdade, era o nome de uma moradora de rua. Ela teria sido assassinada por eles em 2008, no Bairro Novo, em Olinda.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernandes, Bruna Cristina da Silva adulterou todos os documentos da vítima, que na época do crime tinha apenas 17 anos. Ainda de acordo com a polícia, a mulher, que foi vista pelo trio pedindo dinheiro em um sinal segurando uma criança no colo, foi atraída junto com seu filho recém-nascido, após um convite de trabalho e moradia. Tática que também foi utilizada com as outras vítimas do trio assassino. 

Após passar algum tempo morando junto com seus próprios assassinos, Jéssica, que era citada no diário de um Esquizofrênico como “adolescente maldita”, acabou se envolvendo no triângulo amoroso entre Jorge, Bruna e Isabel. Dois meses depois, brigas motivadas por ciúmes fizeram com que os suspeitos colocassem em prática o plano de matar Bruna e ficar com a criança. Os suspeitos afirmaram que precisam de um filho para que conseguissem ter uma família mais feliz. 

O instinto assassino impressiona pelos requintes de crueldade utilizadas para matar a vítima. Após esquartejá-la, eles retiravam o coração - parte que afirmaram ser a preferida -, o fígado, e os músculos da perna, ferviam e comiam juntos, numa espécie de ritual macabro, inclusive dando partes dos corpos para a criança ingerir. A polícia acredita que esse mesmo ritual foi feito também com as outras vítimas. 

Em depoimento, o trio também disse participar de uma seita antissemita chamada “Cartel”. Eles revelaram que discriminavam mulheres com muitos filhos e que já tivessem praticado aborto e queriam fazer uma espécie de contenção demográfica. 

Isabel confessou o assassinato de sete pessoas. Os crimes teriam sido cometidos em várias localidades do Estado. Jorge também confessou ter matado uma pessoa quando tinha 12 anos de idade. Segundo a polícia, devido à inconstância de informações repassadas pelos suspeitos e ao histórico de doença mental da dupla, a veracidade das declarações será investigada. 

Isabel também confirmou que vendia coxinhas, empadas, entre outros, feitos com a carne das vítimas. A carne era congelada, desfiada e também era utilizada para alimentar a família. A suspeita era ambulante e vendia os salgados em diversas partes de Caruaru e Garanhuns. 

Uma outra pessoa que seria assassinada pelo trio, e que inclusive já tinha uma vala pronta para o seu corpo, já foi identificada e também se tratava de uma adolescente. A polícia conseguiu chegar a jovem após sua mãe reconhecer as características do trio e entrar em contato. 

População revoltada invade e destrói casa da família

Durante a madrugada desta quinta-feira (12), moradores da localidade invadiram, saquearam e tocaram fogo na casa da família, o que vai atrapalhar um pouco a investigação e busca por indícios, já que o fogo destruiu quase tudo. A polícia ainda conseguiu prender em flagrantes alguns suspeitos que estavam levando alguns eletrodomésticos da casa, como geladeira, fogão e a televisão. Os objetos já foram recuperados.

Fonte: Folha PE

Maioria do STF apoia aborto de fetos anencéfalos

Maioria do STF apoia aborto de fetos anencéfalos
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionou nesta quinta-feira pela legalização do aborto de fetos anencéfalos. O julgamento havia sido suspenso na quarta-feira com placar favorável à legalização da interrupção da gravidez nesses casos. 

Seis ministros -Marco Aurélio Mello (relator), Joaquim Barbosa, Rosa Webber, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Carlos Ayres Britto- já votaram pela procedência da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), que pede a legalização do aborto de fetos anencéfalos. Até o momento, somente o ministro Ricardo Lewandowski se posicionou pela improcedência da ADPF. A sessão não contou com a participação do ministro Dias Tóffoli, que se declarou impedido por ter se manifestado sobre o caso quando ainda era advogado-geral da União. 

Embora a maioria dos ministros já tenha se manifestado pela legalização do aborto de fetos anencéfalos, o resultado do julgamento só será definido após todos os dez ministros que participam da sessão votarem e a sentença for proclamada. Isso porque os magistrados podem rever sua posição até a proclamação da sentença. Entidades favoráveis ao aborto de fetos anencéfalos argumentam que a medida preserva a dignidade da mãe ao poupá-la do sofrimento de gestar uma criança que não terá chances de sobrevivência após o parto. 

Entidades religiosas, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no entanto, afirmam que o aborto viola o direito do feto à vida e que a legalização da interrupção da gravidez nesses casos representaria uma discriminação contra doentes. Em seu voto, proferido na quarta-feira quando teve início o julgamento, Marco Aurélio defendeu o direito da mãe de optar pela chamada antecipação terapêutica do parto em casos de diagnóstico de anencefalia - quando há malformação ou ausência do cérebro e tubo neural do bebê.

"O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Anencefalia é incompatível com a vida", disse o relator. Já no voto que abriu a divergência no julgamento, Lewandowski afirmou se tratar de um tema sensível, cuja decisão caberia ao Congresso Nacional, que tem legitimidade do voto popular para tomá-la. "Caso o desejasse, o Congresso Nacional, intérprete último da vontade soberana do povo, considerando o instrumental científico que se acha há anos sob o domínio dos obstetras, poderia ter alterado a legislação criminal vigente para incluir o aborto de fetos anencéfalos", argumentou. (Por Eduardo Simões em São Paulo)

Vote na enquete do blog: você é a favor do aborto de fetos anencéfalos?
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionou nesta quinta-feira pela legalização do aborto de fetos anencéfalos. O julgamento havia sido suspenso na quarta-feira com placar favorável à legalização da interrupção da gravidez nesses casos. 

Seis ministros -Marco Aurélio Mello (relator), Joaquim Barbosa, Rosa Webber, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Carlos Ayres Britto- já votaram pela procedência da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), que pede a legalização do aborto de fetos anencéfalos. Até o momento, somente o ministro Ricardo Lewandowski se posicionou pela improcedência da ADPF. A sessão não contou com a participação do ministro Dias Tóffoli, que se declarou impedido por ter se manifestado sobre o caso quando ainda era advogado-geral da União. 

Embora a maioria dos ministros já tenha se manifestado pela legalização do aborto de fetos anencéfalos, o resultado do julgamento só será definido após todos os dez ministros que participam da sessão votarem e a sentença for proclamada. Isso porque os magistrados podem rever sua posição até a proclamação da sentença. Entidades favoráveis ao aborto de fetos anencéfalos argumentam que a medida preserva a dignidade da mãe ao poupá-la do sofrimento de gestar uma criança que não terá chances de sobrevivência após o parto. 

Entidades religiosas, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no entanto, afirmam que o aborto viola o direito do feto à vida e que a legalização da interrupção da gravidez nesses casos representaria uma discriminação contra doentes. Em seu voto, proferido na quarta-feira quando teve início o julgamento, Marco Aurélio defendeu o direito da mãe de optar pela chamada antecipação terapêutica do parto em casos de diagnóstico de anencefalia - quando há malformação ou ausência do cérebro e tubo neural do bebê.

"O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Anencefalia é incompatível com a vida", disse o relator. Já no voto que abriu a divergência no julgamento, Lewandowski afirmou se tratar de um tema sensível, cuja decisão caberia ao Congresso Nacional, que tem legitimidade do voto popular para tomá-la. "Caso o desejasse, o Congresso Nacional, intérprete último da vontade soberana do povo, considerando o instrumental científico que se acha há anos sob o domínio dos obstetras, poderia ter alterado a legislação criminal vigente para incluir o aborto de fetos anencéfalos", argumentou. (Por Eduardo Simões em São Paulo)

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AMTT intensifica fiscalização no Trânsito de Garanhuns

AMTT intensifica fiscalização no Trânsito de Garanhuns
A Prefeitura de Garanhuns, através da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) em conjunto com o DETRAN, Polícia de Trânsito do 9º BPM, Polícia Civil, bem como a 5ª Gerência Regional de Saúde local, vem intensificando a fiscalização no trânsito de Garanhuns, com o intuito de minimizar os acidentes na malha urbana. A iniciativa é voltada principalmente a motocicletas. 

A ação visa retirar das ruas, motociclistas que trafegam de forma irresponsável, cometendo imprudências, negligências e imperícias, causando acidentes. A apreensão de veículos e a punição dos condutores que praticam infrações são medidas adotadas. A intenção é favorecer a segurança dos pedestres e a proteção à vida. 

“Temos observado que a velocidade praticada em Garanhuns é superior a 100%, e isso ultrapassa as nossas condições viárias, uma vez que não temos vias de trânsito rápido existentes em nossa Cidade”, ressaltou o Presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Enos Maciel. A fiscalização acontece quinzenalmente em pontos estratégicos da Cidade, de forma que surpreenda pilotos e condutores. Até o presente momento, 78 motocicletas e 11 veículos já foram apreendidos. Condutores sem habilitação, veículos sem documento e uso de calçados inadequados quanto às pilotagens têm sido as irregularidades mais frequentes nas recentes abordagens. 

A ação integrada é fruto do licenciamento que acontece na Cidade, e se configura em frota flutuante. Oriunda de outros municípios, ela atinge diariamente, 3.500 veículos e motocicletas, totalizando mais de 70 mil ao mês; que somados aos 38 mil já existentes em Garanhuns, ocupa 70% da malha viária no espaço urbano, resultando em dificuldades no trafego, sobretudo no centro da Cidade.
A Prefeitura de Garanhuns, através da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) em conjunto com o DETRAN, Polícia de Trânsito do 9º BPM, Polícia Civil, bem como a 5ª Gerência Regional de Saúde local, vem intensificando a fiscalização no trânsito de Garanhuns, com o intuito de minimizar os acidentes na malha urbana. A iniciativa é voltada principalmente a motocicletas. 

A ação visa retirar das ruas, motociclistas que trafegam de forma irresponsável, cometendo imprudências, negligências e imperícias, causando acidentes. A apreensão de veículos e a punição dos condutores que praticam infrações são medidas adotadas. A intenção é favorecer a segurança dos pedestres e a proteção à vida. 

“Temos observado que a velocidade praticada em Garanhuns é superior a 100%, e isso ultrapassa as nossas condições viárias, uma vez que não temos vias de trânsito rápido existentes em nossa Cidade”, ressaltou o Presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Enos Maciel. A fiscalização acontece quinzenalmente em pontos estratégicos da Cidade, de forma que surpreenda pilotos e condutores. Até o presente momento, 78 motocicletas e 11 veículos já foram apreendidos. Condutores sem habilitação, veículos sem documento e uso de calçados inadequados quanto às pilotagens têm sido as irregularidades mais frequentes nas recentes abordagens. 

A ação integrada é fruto do licenciamento que acontece na Cidade, e se configura em frota flutuante. Oriunda de outros municípios, ela atinge diariamente, 3.500 veículos e motocicletas, totalizando mais de 70 mil ao mês; que somados aos 38 mil já existentes em Garanhuns, ocupa 70% da malha viária no espaço urbano, resultando em dificuldades no trafego, sobretudo no centro da Cidade.

Veja trecho do livro escrito pelo assassino de Giselly e Alexandra

Veja trecho do livro escrito pelo assassino de Giselly e Alexandra
Um livro, segundo o delegado, escrito pelo acusado Jorge Negromonte, 50 anos, conta com detalhes e em capítulos, cada passo da barbárie cometida ao lado da esposa Isabel Cristina, 51 anos e da amante Jéssica Camila, 22 anos. Com cerca de 50 páginas, o material produzido em computador e impresso cita os nomes reais dos três envolvidos, é ilustrado pelo próprio suspeito, que seria o líder do grupo, e chegou a ser registrado em cartório. “Ele é inteligente, divide a história em capítulos, fez sumário, descrição do autor e até tentou vender nas livrarias locais. É um dossiê”, resume o agente de polícia Daniel Ferreira da Silva.

Nas páginas, depoimentos de sua infância, adolescência e vários capítulos que falam sobre a morte de uma tal “adolescente do mal”. “Combinei com Bel e com Jéssica um modo de destruí-la, e chegamos a uma conclusão: matá-la, dividi-la e enterrá-la”, dizia um trecho do capítulo “O plano macabro para destruir adolescente do mal”. Outro trecho do diário contém a passagem “antes que a adolescente do mal tivesse a possibilidade de reagir eu a imobilizo. Jéssica entra no quarto para me ajudar, enquanto Bel corre para a cozinha e voltando com uma faca... Pego a faca e dou um golpe forte e preciso, atingindo sua jugular” ... “Vejo aquele corpo no chão, Jéssica desconfia que ainda se encontra com vida, pego uma corda, faço uma forca e coloco no pescoço do corpo, puxo para o banheiro e ligo o chuveiro para todo o sangue escorrer pelo ralo. Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lamina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois à divido. Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal, cada parte em um lugar diferente”. 


VEJA LIVRO COMPLETO NO LINK: http://www.vecgaranhuns.com/2012/04/livro-revelacoes-de-um-esquizofrenico.html


Segundo a Polícia o livro relata do início ao fim toda a criminologia, inclusive ele caligrafou as imagens dos corpos sendo decaptados no dia dos homicídios.

Nesse livro também relata um homicídio de uma criança, que segundo a Polícia Civil não descarta a possibilidade desta criança está enterrada na casa, uma vez que todos relatam que na casa existe um quarto do MAL, e a polícia desconfia que seja a criança que está enterrada nesse quarto. Pois para os criminosos, segundo a Polícia, uma criança é vista como um mal, uma vez que a criança é vista por todos como uma anjo de Deus.

Mas estarrecedor ainda foi saber que durante as investigações a polícia já descobriu que a menina que estava com o casal não é filha dos mesmos, pois a polícia tem quase certeza que esta criança é filha de uma das vítima desses monstros, uma jovem que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e que possivelmente a criança morta seja irmã da mesma.

Também já foi descoberto que Jessica Camila usava um nome falso, esse nome é provavelmente da vítima que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e o nome verdadeiro de Jessica é BRUNA CRISTINA OLIVEIRA DA SILVA, documentos encontrados na casa no dia de ontem.

Documentos tirados no Estado do Rio Grande do Norte, onde Jorge Negromonte também esteve por lá e é acusado de um desaparecimento de uma mulher nesse estado. Também já foi confessado por eles que uma terceira vítima já estava marcada para morrer, essa vítima seria uma jovem que vinha da Cidade de Jupi/PE, e que segundo eles, deu tudo errado porque a jovem perdeu o ônibus o qual traria a mesma para a cidade de Garanhuns.

Tanto Isabel quando Jorge Beltrão têm histórico de distúrbios psiquiátricos e eram acompanhados pelo Caps de Garanhuns. O médico que tratava de ambos está de férias e não foi encontrado, mas fontes da Folha indicaram que o casal fazia tratamento contra a esquizofrenia. A última vez que Jorge foi até o Caps foi na última terça-feira. A psiquiatra Ana Távora comentou que geralmente o esquizofrênico não tem um comportamento tão agressivo que leve a premetidação de mortes. “Esse comportamento é mais típico do psicopata, mas o caso deve ser bem analisado pelo médico forense que vai acompanhar a investigação”, frisou.

Com informações do NE10 e agreste violento
Um livro, segundo o delegado, escrito pelo acusado Jorge Negromonte, 50 anos, conta com detalhes e em capítulos, cada passo da barbárie cometida ao lado da esposa Isabel Cristina, 51 anos e da amante Jéssica Camila, 22 anos. Com cerca de 50 páginas, o material produzido em computador e impresso cita os nomes reais dos três envolvidos, é ilustrado pelo próprio suspeito, que seria o líder do grupo, e chegou a ser registrado em cartório. “Ele é inteligente, divide a história em capítulos, fez sumário, descrição do autor e até tentou vender nas livrarias locais. É um dossiê”, resume o agente de polícia Daniel Ferreira da Silva.

Nas páginas, depoimentos de sua infância, adolescência e vários capítulos que falam sobre a morte de uma tal “adolescente do mal”. “Combinei com Bel e com Jéssica um modo de destruí-la, e chegamos a uma conclusão: matá-la, dividi-la e enterrá-la”, dizia um trecho do capítulo “O plano macabro para destruir adolescente do mal”. Outro trecho do diário contém a passagem “antes que a adolescente do mal tivesse a possibilidade de reagir eu a imobilizo. Jéssica entra no quarto para me ajudar, enquanto Bel corre para a cozinha e voltando com uma faca... Pego a faca e dou um golpe forte e preciso, atingindo sua jugular” ... “Vejo aquele corpo no chão, Jéssica desconfia que ainda se encontra com vida, pego uma corda, faço uma forca e coloco no pescoço do corpo, puxo para o banheiro e ligo o chuveiro para todo o sangue escorrer pelo ralo. Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lamina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois à divido. Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal, cada parte em um lugar diferente”. 


VEJA LIVRO COMPLETO NO LINK: http://www.vecgaranhuns.com/2012/04/livro-revelacoes-de-um-esquizofrenico.html


Segundo a Polícia o livro relata do início ao fim toda a criminologia, inclusive ele caligrafou as imagens dos corpos sendo decaptados no dia dos homicídios.

Nesse livro também relata um homicídio de uma criança, que segundo a Polícia Civil não descarta a possibilidade desta criança está enterrada na casa, uma vez que todos relatam que na casa existe um quarto do MAL, e a polícia desconfia que seja a criança que está enterrada nesse quarto. Pois para os criminosos, segundo a Polícia, uma criança é vista como um mal, uma vez que a criança é vista por todos como uma anjo de Deus.

Mas estarrecedor ainda foi saber que durante as investigações a polícia já descobriu que a menina que estava com o casal não é filha dos mesmos, pois a polícia tem quase certeza que esta criança é filha de uma das vítima desses monstros, uma jovem que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e que possivelmente a criança morta seja irmã da mesma.

Também já foi descoberto que Jessica Camila usava um nome falso, esse nome é provavelmente da vítima que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e o nome verdadeiro de Jessica é BRUNA CRISTINA OLIVEIRA DA SILVA, documentos encontrados na casa no dia de ontem.

Documentos tirados no Estado do Rio Grande do Norte, onde Jorge Negromonte também esteve por lá e é acusado de um desaparecimento de uma mulher nesse estado. Também já foi confessado por eles que uma terceira vítima já estava marcada para morrer, essa vítima seria uma jovem que vinha da Cidade de Jupi/PE, e que segundo eles, deu tudo errado porque a jovem perdeu o ônibus o qual traria a mesma para a cidade de Garanhuns.

Tanto Isabel quando Jorge Beltrão têm histórico de distúrbios psiquiátricos e eram acompanhados pelo Caps de Garanhuns. O médico que tratava de ambos está de férias e não foi encontrado, mas fontes da Folha indicaram que o casal fazia tratamento contra a esquizofrenia. A última vez que Jorge foi até o Caps foi na última terça-feira. A psiquiatra Ana Távora comentou que geralmente o esquizofrênico não tem um comportamento tão agressivo que leve a premetidação de mortes. “Esse comportamento é mais típico do psicopata, mas o caso deve ser bem analisado pelo médico forense que vai acompanhar a investigação”, frisou.

Com informações do NE10 e agreste violento