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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Casal que matou e esquartejou mulheres em Garanhuns dá entrevista a canal de tv

Casal  que matou e esquartejou mulheres em Garanhuns dá entrevista a canal de tv
Portal NE10 em parceria com a TV Jornal Caruaru, filiada SBT, conseguiu entrevistar com exclusividade o casal Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, e Isabel Cristina Pires, 50, acusados de matar, esquartejar e enterrar os corpos no quintal da própria casa no Jardim Petrópolis, em Garanhuns, Agreste Meridional de Pernambuco. 

» Com frieza Jorge Negromonte conta detalhe de como escolhia as vítimas para o ritual macabro que chama de “Missão”:


» Já Isabel Cristina, na cadeia, nega ter participado dos crimes:

NE 10


Portal NE10 em parceria com a TV Jornal Caruaru, filiada SBT, conseguiu entrevistar com exclusividade o casal Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50 anos, e Isabel Cristina Pires, 50, acusados de matar, esquartejar e enterrar os corpos no quintal da própria casa no Jardim Petrópolis, em Garanhuns, Agreste Meridional de Pernambuco. 

» Com frieza Jorge Negromonte conta detalhe de como escolhia as vítimas para o ritual macabro que chama de “Missão”:


» Já Isabel Cristina, na cadeia, nega ter participado dos crimes:

NE 10

Assassinos de mulheres vendiam salgados recheados de carne humana em Garanhuns

Assassinos de mulheres vendiam salgados recheados de carne humana em  Garanhuns
O inquérito ainda não foi concluído, mas o trio investigado pela autoria de pelo menos oito assassinatos em série, praticados contra mulheres nas cidades pernambucanas de Garanhuns, Recife e Olinda e ainda na Paraíba e Rio Grande do Norte, devem ser indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, sequestro, falsidade ideológica e estelionato.

No entanto, relatos feitos com frieza e riqueza de detalhes por Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva revelam uma face ainda mais cruel dos assassinatos e um crime contra a saúde pública, considerado hediondo pela Justiça: a carne das vítimas era ingerida pelos adultos e pela criança raptada pelo trio - que chegou a consumir a carne da própria mãe - e servia para o preparo de alimentos vendidos na cidade. Sem saber, moradores da cidade de Garanhuns, último ponto de parada dos suspeitos, também teriam praticado canibalismo.

Os suspeitos contaram que desfiavam parte da carne das vítimas e transformavam em salgados, como coxinhas e empadas, para serem vendidos pelas ruas. Carnes humanas, temperadas, teriam sido encontradas em um freezer na residência dos suspeitos e levadas por populares que invadiram a casa na tarde da quarta-feira passada. Testemunhas afirmaram já ter visto e até comprado a comida sem saber que se tratava de restos mortais.

Riscos - Deixando de lado a questão ética, os riscos da ingestão da carne humana, de acordo com a Vigilância Sanitária de Garanhuns, são os mesmos da ingestão de qualquer tipo de carne animal. “Toda carne tem que passar por análise para ser consumida. Se as mulheres apresentavam alguma patologia, essas doenças podem ser transmitidas, como acontece com qualquer animal”, diz a chefe da Vigilância Sanitária de Garanhuns, Catarina Pereira de Almeida.

Orientações - Ela esclarece aos eventuais consumidores dos produtos vendidos pelo trio que, em princípio, não é necessário procurar serviços de saúde. "Caso essas pessoas apresentem vômito, diarreia ou dores abdominais, devem procurar um médico para fazer exames", afirma Catarina. Para o representante da Vigilância Sanitária estadual do município, Manoel Luiz de França, a falta de condições para a produção de alimentos, que pode ser comprovada pelas imagens feitas no imóvel dos assassinos, já são um indício de risco à saúde de quem consumiu os salgados: “De qualquer forma, toda manipulação de alimentos deve ser feita de maneira apropriada e o local com certeza não era adequado.”

Matéria extraída do Pernambuco.com
O inquérito ainda não foi concluído, mas o trio investigado pela autoria de pelo menos oito assassinatos em série, praticados contra mulheres nas cidades pernambucanas de Garanhuns, Recife e Olinda e ainda na Paraíba e Rio Grande do Norte, devem ser indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, sequestro, falsidade ideológica e estelionato.

No entanto, relatos feitos com frieza e riqueza de detalhes por Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Bruna Cristina de Oliveira da Silva revelam uma face ainda mais cruel dos assassinatos e um crime contra a saúde pública, considerado hediondo pela Justiça: a carne das vítimas era ingerida pelos adultos e pela criança raptada pelo trio - que chegou a consumir a carne da própria mãe - e servia para o preparo de alimentos vendidos na cidade. Sem saber, moradores da cidade de Garanhuns, último ponto de parada dos suspeitos, também teriam praticado canibalismo.

Os suspeitos contaram que desfiavam parte da carne das vítimas e transformavam em salgados, como coxinhas e empadas, para serem vendidos pelas ruas. Carnes humanas, temperadas, teriam sido encontradas em um freezer na residência dos suspeitos e levadas por populares que invadiram a casa na tarde da quarta-feira passada. Testemunhas afirmaram já ter visto e até comprado a comida sem saber que se tratava de restos mortais.

Riscos - Deixando de lado a questão ética, os riscos da ingestão da carne humana, de acordo com a Vigilância Sanitária de Garanhuns, são os mesmos da ingestão de qualquer tipo de carne animal. “Toda carne tem que passar por análise para ser consumida. Se as mulheres apresentavam alguma patologia, essas doenças podem ser transmitidas, como acontece com qualquer animal”, diz a chefe da Vigilância Sanitária de Garanhuns, Catarina Pereira de Almeida.

Orientações - Ela esclarece aos eventuais consumidores dos produtos vendidos pelo trio que, em princípio, não é necessário procurar serviços de saúde. "Caso essas pessoas apresentem vômito, diarreia ou dores abdominais, devem procurar um médico para fazer exames", afirma Catarina. Para o representante da Vigilância Sanitária estadual do município, Manoel Luiz de França, a falta de condições para a produção de alimentos, que pode ser comprovada pelas imagens feitas no imóvel dos assassinos, já são um indício de risco à saúde de quem consumiu os salgados: “De qualquer forma, toda manipulação de alimentos deve ser feita de maneira apropriada e o local com certeza não era adequado.”

Matéria extraída do Pernambuco.com

Assassinos das mulheres de Garanhuns afirmam participar de seita que combatia a procriação

Assassinos das mulheres de Garanhuns afirmam participar de seita que combatia a procriação
De acordo com o delegado Wesley Fernandes Oliveira, da 2ª Delegacia de Garanhuns, responsável pelo inquérito que apura a morte e o esquartejamento de duas mulheres na cidade, os três acusados, Bruna Cristina de Oliveira da Silva, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Isabel Cristina Pires da Silveira, podem estar envolvidos em muitos outros crimes. "Isabel disse que eles já teriam matado pelo menos sete pessoas. Mas o casal não confirmou. Eles alegam que matam seguindo um ritual. Estamos investigando". 

Úteros malditos - O trio afirma participar de uma seita chamada Cartel , anti-semitista e que combatia a procriação, por isso premeditava assassinar mulheres que tinham “úteros maldidos" por terem gerado mais de um filho. O primeiro crime cometido por eles teria sido contra uma moradora de rua identificada como Jéssica Camila. Ela teria sido tirada das ruas pelos suspeitos quando pedia esmolas em um canal em Boa Viagem, no Recife. 

Com uma filha de dois anos, foi levada para a casa da família, no bairro de Rio Doce, Olinda, onde foi assassinada dois meses depois. O crime aconteceu em julho de 2008. Jéssica também teve o corpo enterrado no quintal da casa e depois teve os ossos removidos para um terreno baldio, quando o trio se mudou para a Paraíba. Desde então, uma das suspeitas, Bruna, passou a usar a identidade da falecida. 

A polícia acredita que a criança de cinco anos que morava com a família e participava dos rituais seria filha de Jéssica. De acordo com os três envolvidos, além de matar, esquartejar e enterrar as vítimas, eles comiam a carne dos corpos e faziam com que a garotinha também se alimentasse dos restos humanos praticando canibalismo. 

Jorge contou ao delegado que, após a morte da mãe da criança, comemorou: “O harém acabou e ganhei uma nova filha”, disse, referindo-se à criança, que era usada para atrair as vítimas que se candidatavam à vaga de babá. 

Agora, a menina que possui duas certidões de nascimento com nomes e parentescos diferentes, está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Garanhuns. A polícia já localizou uma tia de Jéssica em Igarassu. 

Divindade - Ainda de acordo com o suspeito, para a seita, a criança é tida como uma entidade por sua pureza e inocência. Ele acrescentou que o trio seria apenas uma célula da seita que reúne centenas de pessoas ao redor do mundo. Também contou que os crimes eram praticados apenas por ele e Bruna, porque Isabel seria muito nervosa e atrapalhava os rituais de purificação, acrescentando que as mulheres foram mortas com uma faca de cozinha que já está em poder da polícia.

A polícia do Rio Grande do Norte investiga a participação dos suspeitos na morte de mais uma mulher naquele estado.


Com informações da repórter Priscila Assis, da TV Clube
De acordo com o delegado Wesley Fernandes Oliveira, da 2ª Delegacia de Garanhuns, responsável pelo inquérito que apura a morte e o esquartejamento de duas mulheres na cidade, os três acusados, Bruna Cristina de Oliveira da Silva, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Isabel Cristina Pires da Silveira, podem estar envolvidos em muitos outros crimes. "Isabel disse que eles já teriam matado pelo menos sete pessoas. Mas o casal não confirmou. Eles alegam que matam seguindo um ritual. Estamos investigando". 

Úteros malditos - O trio afirma participar de uma seita chamada Cartel , anti-semitista e que combatia a procriação, por isso premeditava assassinar mulheres que tinham “úteros maldidos" por terem gerado mais de um filho. O primeiro crime cometido por eles teria sido contra uma moradora de rua identificada como Jéssica Camila. Ela teria sido tirada das ruas pelos suspeitos quando pedia esmolas em um canal em Boa Viagem, no Recife. 

Com uma filha de dois anos, foi levada para a casa da família, no bairro de Rio Doce, Olinda, onde foi assassinada dois meses depois. O crime aconteceu em julho de 2008. Jéssica também teve o corpo enterrado no quintal da casa e depois teve os ossos removidos para um terreno baldio, quando o trio se mudou para a Paraíba. Desde então, uma das suspeitas, Bruna, passou a usar a identidade da falecida. 

A polícia acredita que a criança de cinco anos que morava com a família e participava dos rituais seria filha de Jéssica. De acordo com os três envolvidos, além de matar, esquartejar e enterrar as vítimas, eles comiam a carne dos corpos e faziam com que a garotinha também se alimentasse dos restos humanos praticando canibalismo. 

Jorge contou ao delegado que, após a morte da mãe da criança, comemorou: “O harém acabou e ganhei uma nova filha”, disse, referindo-se à criança, que era usada para atrair as vítimas que se candidatavam à vaga de babá. 

Agora, a menina que possui duas certidões de nascimento com nomes e parentescos diferentes, está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Garanhuns. A polícia já localizou uma tia de Jéssica em Igarassu. 

Divindade - Ainda de acordo com o suspeito, para a seita, a criança é tida como uma entidade por sua pureza e inocência. Ele acrescentou que o trio seria apenas uma célula da seita que reúne centenas de pessoas ao redor do mundo. Também contou que os crimes eram praticados apenas por ele e Bruna, porque Isabel seria muito nervosa e atrapalhava os rituais de purificação, acrescentando que as mulheres foram mortas com uma faca de cozinha que já está em poder da polícia.

A polícia do Rio Grande do Norte investiga a participação dos suspeitos na morte de mais uma mulher naquele estado.


Com informações da repórter Priscila Assis, da TV Clube

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Em Garanhuns: Trio assassino confessa ter matado sete pessoas

Em Garanhuns: Trio assassino confessa ter matado sete pessoas
Nesta quinta-feira (12), a polícia de Garanhuns conseguiu obter novidades sobre o caso do trio que assassinou e esquartejou duas mulheres e enterrou no quintal da casa onde moravam. Após depoimento dos suspeitos, foi descoberto que Jéssica Camila da Silva Pereira, a amante, na verdade, era o nome de uma moradora de rua. Ela teria sido assassinada por eles em 2008, no Bairro Novo, em Olinda.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernandes, Bruna Cristina da Silva adulterou todos os documentos da vítima, que na época do crime tinha apenas 17 anos. Ainda de acordo com a polícia, a mulher, que foi vista pelo trio pedindo dinheiro em um sinal segurando uma criança no colo, foi atraída junto com seu filho recém-nascido, após um convite de trabalho e moradia. Tática que também foi utilizada com as outras vítimas do trio assassino. 

Após passar algum tempo morando junto com seus próprios assassinos, Jéssica, que era citada no diário de um Esquizofrênico como “adolescente maldita”, acabou se envolvendo no triângulo amoroso entre Jorge, Bruna e Isabel. Dois meses depois, brigas motivadas por ciúmes fizeram com que os suspeitos colocassem em prática o plano de matar Bruna e ficar com a criança. Os suspeitos afirmaram que precisam de um filho para que conseguissem ter uma família mais feliz. 

O instinto assassino impressiona pelos requintes de crueldade utilizadas para matar a vítima. Após esquartejá-la, eles retiravam o coração - parte que afirmaram ser a preferida -, o fígado, e os músculos da perna, ferviam e comiam juntos, numa espécie de ritual macabro, inclusive dando partes dos corpos para a criança ingerir. A polícia acredita que esse mesmo ritual foi feito também com as outras vítimas. 

Em depoimento, o trio também disse participar de uma seita antissemita chamada “Cartel”. Eles revelaram que discriminavam mulheres com muitos filhos e que já tivessem praticado aborto e queriam fazer uma espécie de contenção demográfica. 

Isabel confessou o assassinato de sete pessoas. Os crimes teriam sido cometidos em várias localidades do Estado. Jorge também confessou ter matado uma pessoa quando tinha 12 anos de idade. Segundo a polícia, devido à inconstância de informações repassadas pelos suspeitos e ao histórico de doença mental da dupla, a veracidade das declarações será investigada. 

Isabel também confirmou que vendia coxinhas, empadas, entre outros, feitos com a carne das vítimas. A carne era congelada, desfiada e também era utilizada para alimentar a família. A suspeita era ambulante e vendia os salgados em diversas partes de Caruaru e Garanhuns. 

Uma outra pessoa que seria assassinada pelo trio, e que inclusive já tinha uma vala pronta para o seu corpo, já foi identificada e também se tratava de uma adolescente. A polícia conseguiu chegar a jovem após sua mãe reconhecer as características do trio e entrar em contato. 

População revoltada invade e destrói casa da família

Durante a madrugada desta quinta-feira (12), moradores da localidade invadiram, saquearam e tocaram fogo na casa da família, o que vai atrapalhar um pouco a investigação e busca por indícios, já que o fogo destruiu quase tudo. A polícia ainda conseguiu prender em flagrantes alguns suspeitos que estavam levando alguns eletrodomésticos da casa, como geladeira, fogão e a televisão. Os objetos já foram recuperados.

Fonte: Folha PE
Nesta quinta-feira (12), a polícia de Garanhuns conseguiu obter novidades sobre o caso do trio que assassinou e esquartejou duas mulheres e enterrou no quintal da casa onde moravam. Após depoimento dos suspeitos, foi descoberto que Jéssica Camila da Silva Pereira, a amante, na verdade, era o nome de uma moradora de rua. Ela teria sido assassinada por eles em 2008, no Bairro Novo, em Olinda.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Wesley Fernandes, Bruna Cristina da Silva adulterou todos os documentos da vítima, que na época do crime tinha apenas 17 anos. Ainda de acordo com a polícia, a mulher, que foi vista pelo trio pedindo dinheiro em um sinal segurando uma criança no colo, foi atraída junto com seu filho recém-nascido, após um convite de trabalho e moradia. Tática que também foi utilizada com as outras vítimas do trio assassino. 

Após passar algum tempo morando junto com seus próprios assassinos, Jéssica, que era citada no diário de um Esquizofrênico como “adolescente maldita”, acabou se envolvendo no triângulo amoroso entre Jorge, Bruna e Isabel. Dois meses depois, brigas motivadas por ciúmes fizeram com que os suspeitos colocassem em prática o plano de matar Bruna e ficar com a criança. Os suspeitos afirmaram que precisam de um filho para que conseguissem ter uma família mais feliz. 

O instinto assassino impressiona pelos requintes de crueldade utilizadas para matar a vítima. Após esquartejá-la, eles retiravam o coração - parte que afirmaram ser a preferida -, o fígado, e os músculos da perna, ferviam e comiam juntos, numa espécie de ritual macabro, inclusive dando partes dos corpos para a criança ingerir. A polícia acredita que esse mesmo ritual foi feito também com as outras vítimas. 

Em depoimento, o trio também disse participar de uma seita antissemita chamada “Cartel”. Eles revelaram que discriminavam mulheres com muitos filhos e que já tivessem praticado aborto e queriam fazer uma espécie de contenção demográfica. 

Isabel confessou o assassinato de sete pessoas. Os crimes teriam sido cometidos em várias localidades do Estado. Jorge também confessou ter matado uma pessoa quando tinha 12 anos de idade. Segundo a polícia, devido à inconstância de informações repassadas pelos suspeitos e ao histórico de doença mental da dupla, a veracidade das declarações será investigada. 

Isabel também confirmou que vendia coxinhas, empadas, entre outros, feitos com a carne das vítimas. A carne era congelada, desfiada e também era utilizada para alimentar a família. A suspeita era ambulante e vendia os salgados em diversas partes de Caruaru e Garanhuns. 

Uma outra pessoa que seria assassinada pelo trio, e que inclusive já tinha uma vala pronta para o seu corpo, já foi identificada e também se tratava de uma adolescente. A polícia conseguiu chegar a jovem após sua mãe reconhecer as características do trio e entrar em contato. 

População revoltada invade e destrói casa da família

Durante a madrugada desta quinta-feira (12), moradores da localidade invadiram, saquearam e tocaram fogo na casa da família, o que vai atrapalhar um pouco a investigação e busca por indícios, já que o fogo destruiu quase tudo. A polícia ainda conseguiu prender em flagrantes alguns suspeitos que estavam levando alguns eletrodomésticos da casa, como geladeira, fogão e a televisão. Os objetos já foram recuperados.

Fonte: Folha PE

Maioria do STF apoia aborto de fetos anencéfalos

Maioria do STF apoia aborto de fetos anencéfalos
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionou nesta quinta-feira pela legalização do aborto de fetos anencéfalos. O julgamento havia sido suspenso na quarta-feira com placar favorável à legalização da interrupção da gravidez nesses casos. 

Seis ministros -Marco Aurélio Mello (relator), Joaquim Barbosa, Rosa Webber, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Carlos Ayres Britto- já votaram pela procedência da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), que pede a legalização do aborto de fetos anencéfalos. Até o momento, somente o ministro Ricardo Lewandowski se posicionou pela improcedência da ADPF. A sessão não contou com a participação do ministro Dias Tóffoli, que se declarou impedido por ter se manifestado sobre o caso quando ainda era advogado-geral da União. 

Embora a maioria dos ministros já tenha se manifestado pela legalização do aborto de fetos anencéfalos, o resultado do julgamento só será definido após todos os dez ministros que participam da sessão votarem e a sentença for proclamada. Isso porque os magistrados podem rever sua posição até a proclamação da sentença. Entidades favoráveis ao aborto de fetos anencéfalos argumentam que a medida preserva a dignidade da mãe ao poupá-la do sofrimento de gestar uma criança que não terá chances de sobrevivência após o parto. 

Entidades religiosas, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no entanto, afirmam que o aborto viola o direito do feto à vida e que a legalização da interrupção da gravidez nesses casos representaria uma discriminação contra doentes. Em seu voto, proferido na quarta-feira quando teve início o julgamento, Marco Aurélio defendeu o direito da mãe de optar pela chamada antecipação terapêutica do parto em casos de diagnóstico de anencefalia - quando há malformação ou ausência do cérebro e tubo neural do bebê.

"O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Anencefalia é incompatível com a vida", disse o relator. Já no voto que abriu a divergência no julgamento, Lewandowski afirmou se tratar de um tema sensível, cuja decisão caberia ao Congresso Nacional, que tem legitimidade do voto popular para tomá-la. "Caso o desejasse, o Congresso Nacional, intérprete último da vontade soberana do povo, considerando o instrumental científico que se acha há anos sob o domínio dos obstetras, poderia ter alterado a legislação criminal vigente para incluir o aborto de fetos anencéfalos", argumentou. (Por Eduardo Simões em São Paulo)

Vote na enquete do blog: você é a favor do aborto de fetos anencéfalos?
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionou nesta quinta-feira pela legalização do aborto de fetos anencéfalos. O julgamento havia sido suspenso na quarta-feira com placar favorável à legalização da interrupção da gravidez nesses casos. 

Seis ministros -Marco Aurélio Mello (relator), Joaquim Barbosa, Rosa Webber, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Carlos Ayres Britto- já votaram pela procedência da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), que pede a legalização do aborto de fetos anencéfalos. Até o momento, somente o ministro Ricardo Lewandowski se posicionou pela improcedência da ADPF. A sessão não contou com a participação do ministro Dias Tóffoli, que se declarou impedido por ter se manifestado sobre o caso quando ainda era advogado-geral da União. 

Embora a maioria dos ministros já tenha se manifestado pela legalização do aborto de fetos anencéfalos, o resultado do julgamento só será definido após todos os dez ministros que participam da sessão votarem e a sentença for proclamada. Isso porque os magistrados podem rever sua posição até a proclamação da sentença. Entidades favoráveis ao aborto de fetos anencéfalos argumentam que a medida preserva a dignidade da mãe ao poupá-la do sofrimento de gestar uma criança que não terá chances de sobrevivência após o parto. 

Entidades religiosas, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no entanto, afirmam que o aborto viola o direito do feto à vida e que a legalização da interrupção da gravidez nesses casos representaria uma discriminação contra doentes. Em seu voto, proferido na quarta-feira quando teve início o julgamento, Marco Aurélio defendeu o direito da mãe de optar pela chamada antecipação terapêutica do parto em casos de diagnóstico de anencefalia - quando há malformação ou ausência do cérebro e tubo neural do bebê.

"O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura. Anencefalia é incompatível com a vida", disse o relator. Já no voto que abriu a divergência no julgamento, Lewandowski afirmou se tratar de um tema sensível, cuja decisão caberia ao Congresso Nacional, que tem legitimidade do voto popular para tomá-la. "Caso o desejasse, o Congresso Nacional, intérprete último da vontade soberana do povo, considerando o instrumental científico que se acha há anos sob o domínio dos obstetras, poderia ter alterado a legislação criminal vigente para incluir o aborto de fetos anencéfalos", argumentou. (Por Eduardo Simões em São Paulo)

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AMTT intensifica fiscalização no Trânsito de Garanhuns

AMTT intensifica fiscalização no Trânsito de Garanhuns
A Prefeitura de Garanhuns, através da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) em conjunto com o DETRAN, Polícia de Trânsito do 9º BPM, Polícia Civil, bem como a 5ª Gerência Regional de Saúde local, vem intensificando a fiscalização no trânsito de Garanhuns, com o intuito de minimizar os acidentes na malha urbana. A iniciativa é voltada principalmente a motocicletas. 

A ação visa retirar das ruas, motociclistas que trafegam de forma irresponsável, cometendo imprudências, negligências e imperícias, causando acidentes. A apreensão de veículos e a punição dos condutores que praticam infrações são medidas adotadas. A intenção é favorecer a segurança dos pedestres e a proteção à vida. 

“Temos observado que a velocidade praticada em Garanhuns é superior a 100%, e isso ultrapassa as nossas condições viárias, uma vez que não temos vias de trânsito rápido existentes em nossa Cidade”, ressaltou o Presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Enos Maciel. A fiscalização acontece quinzenalmente em pontos estratégicos da Cidade, de forma que surpreenda pilotos e condutores. Até o presente momento, 78 motocicletas e 11 veículos já foram apreendidos. Condutores sem habilitação, veículos sem documento e uso de calçados inadequados quanto às pilotagens têm sido as irregularidades mais frequentes nas recentes abordagens. 

A ação integrada é fruto do licenciamento que acontece na Cidade, e se configura em frota flutuante. Oriunda de outros municípios, ela atinge diariamente, 3.500 veículos e motocicletas, totalizando mais de 70 mil ao mês; que somados aos 38 mil já existentes em Garanhuns, ocupa 70% da malha viária no espaço urbano, resultando em dificuldades no trafego, sobretudo no centro da Cidade.
A Prefeitura de Garanhuns, através da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) em conjunto com o DETRAN, Polícia de Trânsito do 9º BPM, Polícia Civil, bem como a 5ª Gerência Regional de Saúde local, vem intensificando a fiscalização no trânsito de Garanhuns, com o intuito de minimizar os acidentes na malha urbana. A iniciativa é voltada principalmente a motocicletas. 

A ação visa retirar das ruas, motociclistas que trafegam de forma irresponsável, cometendo imprudências, negligências e imperícias, causando acidentes. A apreensão de veículos e a punição dos condutores que praticam infrações são medidas adotadas. A intenção é favorecer a segurança dos pedestres e a proteção à vida. 

“Temos observado que a velocidade praticada em Garanhuns é superior a 100%, e isso ultrapassa as nossas condições viárias, uma vez que não temos vias de trânsito rápido existentes em nossa Cidade”, ressaltou o Presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Enos Maciel. A fiscalização acontece quinzenalmente em pontos estratégicos da Cidade, de forma que surpreenda pilotos e condutores. Até o presente momento, 78 motocicletas e 11 veículos já foram apreendidos. Condutores sem habilitação, veículos sem documento e uso de calçados inadequados quanto às pilotagens têm sido as irregularidades mais frequentes nas recentes abordagens. 

A ação integrada é fruto do licenciamento que acontece na Cidade, e se configura em frota flutuante. Oriunda de outros municípios, ela atinge diariamente, 3.500 veículos e motocicletas, totalizando mais de 70 mil ao mês; que somados aos 38 mil já existentes em Garanhuns, ocupa 70% da malha viária no espaço urbano, resultando em dificuldades no trafego, sobretudo no centro da Cidade.

Veja trecho do livro escrito pelo assassino de Giselly e Alexandra

Veja trecho do livro escrito pelo assassino de Giselly e Alexandra
Um livro, segundo o delegado, escrito pelo acusado Jorge Negromonte, 50 anos, conta com detalhes e em capítulos, cada passo da barbárie cometida ao lado da esposa Isabel Cristina, 51 anos e da amante Jéssica Camila, 22 anos. Com cerca de 50 páginas, o material produzido em computador e impresso cita os nomes reais dos três envolvidos, é ilustrado pelo próprio suspeito, que seria o líder do grupo, e chegou a ser registrado em cartório. “Ele é inteligente, divide a história em capítulos, fez sumário, descrição do autor e até tentou vender nas livrarias locais. É um dossiê”, resume o agente de polícia Daniel Ferreira da Silva.

Nas páginas, depoimentos de sua infância, adolescência e vários capítulos que falam sobre a morte de uma tal “adolescente do mal”. “Combinei com Bel e com Jéssica um modo de destruí-la, e chegamos a uma conclusão: matá-la, dividi-la e enterrá-la”, dizia um trecho do capítulo “O plano macabro para destruir adolescente do mal”. Outro trecho do diário contém a passagem “antes que a adolescente do mal tivesse a possibilidade de reagir eu a imobilizo. Jéssica entra no quarto para me ajudar, enquanto Bel corre para a cozinha e voltando com uma faca... Pego a faca e dou um golpe forte e preciso, atingindo sua jugular” ... “Vejo aquele corpo no chão, Jéssica desconfia que ainda se encontra com vida, pego uma corda, faço uma forca e coloco no pescoço do corpo, puxo para o banheiro e ligo o chuveiro para todo o sangue escorrer pelo ralo. Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lamina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois à divido. Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal, cada parte em um lugar diferente”. 


VEJA LIVRO COMPLETO NO LINK: http://www.vecgaranhuns.com/2012/04/livro-revelacoes-de-um-esquizofrenico.html


Segundo a Polícia o livro relata do início ao fim toda a criminologia, inclusive ele caligrafou as imagens dos corpos sendo decaptados no dia dos homicídios.

Nesse livro também relata um homicídio de uma criança, que segundo a Polícia Civil não descarta a possibilidade desta criança está enterrada na casa, uma vez que todos relatam que na casa existe um quarto do MAL, e a polícia desconfia que seja a criança que está enterrada nesse quarto. Pois para os criminosos, segundo a Polícia, uma criança é vista como um mal, uma vez que a criança é vista por todos como uma anjo de Deus.

Mas estarrecedor ainda foi saber que durante as investigações a polícia já descobriu que a menina que estava com o casal não é filha dos mesmos, pois a polícia tem quase certeza que esta criança é filha de uma das vítima desses monstros, uma jovem que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e que possivelmente a criança morta seja irmã da mesma.

Também já foi descoberto que Jessica Camila usava um nome falso, esse nome é provavelmente da vítima que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e o nome verdadeiro de Jessica é BRUNA CRISTINA OLIVEIRA DA SILVA, documentos encontrados na casa no dia de ontem.

Documentos tirados no Estado do Rio Grande do Norte, onde Jorge Negromonte também esteve por lá e é acusado de um desaparecimento de uma mulher nesse estado. Também já foi confessado por eles que uma terceira vítima já estava marcada para morrer, essa vítima seria uma jovem que vinha da Cidade de Jupi/PE, e que segundo eles, deu tudo errado porque a jovem perdeu o ônibus o qual traria a mesma para a cidade de Garanhuns.

Tanto Isabel quando Jorge Beltrão têm histórico de distúrbios psiquiátricos e eram acompanhados pelo Caps de Garanhuns. O médico que tratava de ambos está de férias e não foi encontrado, mas fontes da Folha indicaram que o casal fazia tratamento contra a esquizofrenia. A última vez que Jorge foi até o Caps foi na última terça-feira. A psiquiatra Ana Távora comentou que geralmente o esquizofrênico não tem um comportamento tão agressivo que leve a premetidação de mortes. “Esse comportamento é mais típico do psicopata, mas o caso deve ser bem analisado pelo médico forense que vai acompanhar a investigação”, frisou.

Com informações do NE10 e agreste violento
Um livro, segundo o delegado, escrito pelo acusado Jorge Negromonte, 50 anos, conta com detalhes e em capítulos, cada passo da barbárie cometida ao lado da esposa Isabel Cristina, 51 anos e da amante Jéssica Camila, 22 anos. Com cerca de 50 páginas, o material produzido em computador e impresso cita os nomes reais dos três envolvidos, é ilustrado pelo próprio suspeito, que seria o líder do grupo, e chegou a ser registrado em cartório. “Ele é inteligente, divide a história em capítulos, fez sumário, descrição do autor e até tentou vender nas livrarias locais. É um dossiê”, resume o agente de polícia Daniel Ferreira da Silva.

Nas páginas, depoimentos de sua infância, adolescência e vários capítulos que falam sobre a morte de uma tal “adolescente do mal”. “Combinei com Bel e com Jéssica um modo de destruí-la, e chegamos a uma conclusão: matá-la, dividi-la e enterrá-la”, dizia um trecho do capítulo “O plano macabro para destruir adolescente do mal”. Outro trecho do diário contém a passagem “antes que a adolescente do mal tivesse a possibilidade de reagir eu a imobilizo. Jéssica entra no quarto para me ajudar, enquanto Bel corre para a cozinha e voltando com uma faca... Pego a faca e dou um golpe forte e preciso, atingindo sua jugular” ... “Vejo aquele corpo no chão, Jéssica desconfia que ainda se encontra com vida, pego uma corda, faço uma forca e coloco no pescoço do corpo, puxo para o banheiro e ligo o chuveiro para todo o sangue escorrer pelo ralo. Ao olhar para o corpo já sem vida da adolescente do mal, sinto um alívio. Pego uma lamina e começo a retirar toda a sua pele, e logo depois à divido. Eu, Bel e Jéssica nos alimentamos com a carne do mal, como se fosse um ritual de purificação, e o resto eu enterro no nosso quintal, cada parte em um lugar diferente”. 


VEJA LIVRO COMPLETO NO LINK: http://www.vecgaranhuns.com/2012/04/livro-revelacoes-de-um-esquizofrenico.html


Segundo a Polícia o livro relata do início ao fim toda a criminologia, inclusive ele caligrafou as imagens dos corpos sendo decaptados no dia dos homicídios.

Nesse livro também relata um homicídio de uma criança, que segundo a Polícia Civil não descarta a possibilidade desta criança está enterrada na casa, uma vez que todos relatam que na casa existe um quarto do MAL, e a polícia desconfia que seja a criança que está enterrada nesse quarto. Pois para os criminosos, segundo a Polícia, uma criança é vista como um mal, uma vez que a criança é vista por todos como uma anjo de Deus.

Mas estarrecedor ainda foi saber que durante as investigações a polícia já descobriu que a menina que estava com o casal não é filha dos mesmos, pois a polícia tem quase certeza que esta criança é filha de uma das vítima desses monstros, uma jovem que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e que possivelmente a criança morta seja irmã da mesma.

Também já foi descoberto que Jessica Camila usava um nome falso, esse nome é provavelmente da vítima que está desaparecida na cidade de Olinda/PE, e o nome verdadeiro de Jessica é BRUNA CRISTINA OLIVEIRA DA SILVA, documentos encontrados na casa no dia de ontem.

Documentos tirados no Estado do Rio Grande do Norte, onde Jorge Negromonte também esteve por lá e é acusado de um desaparecimento de uma mulher nesse estado. Também já foi confessado por eles que uma terceira vítima já estava marcada para morrer, essa vítima seria uma jovem que vinha da Cidade de Jupi/PE, e que segundo eles, deu tudo errado porque a jovem perdeu o ônibus o qual traria a mesma para a cidade de Garanhuns.

Tanto Isabel quando Jorge Beltrão têm histórico de distúrbios psiquiátricos e eram acompanhados pelo Caps de Garanhuns. O médico que tratava de ambos está de férias e não foi encontrado, mas fontes da Folha indicaram que o casal fazia tratamento contra a esquizofrenia. A última vez que Jorge foi até o Caps foi na última terça-feira. A psiquiatra Ana Távora comentou que geralmente o esquizofrênico não tem um comportamento tão agressivo que leve a premetidação de mortes. “Esse comportamento é mais típico do psicopata, mas o caso deve ser bem analisado pelo médico forense que vai acompanhar a investigação”, frisou.

Com informações do NE10 e agreste violento

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Diabólico: assassino de Gisely fez um dossiê sobre o crime e registrou em cartório

Diabólico: assassino de Gisely fez um dossiê sobre o crime e registrou em cartório
Uma publicação encontrada pela polícia relata, em detalhes, os homicídios que teriam sido cometidos pelas três pessoas presas em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, nesta quarta-feira (11). O trio confessou ter matado e esquartejado duas mulheres, ocultando os corpos no quintal de uma casa. Segundo a polícia, os suspeitos viveriam um triângulo amoroso e dois deles diziam ser os pais da menina de cinco anos que morava com eles e foi peça-chave na elucidação do crime. Os três prestaram depoimento na tarde desta quarta na Delegacia de Garanhuns e serão indiciados por crime hediondo, ocultação de cadáver, uso de documento falso e estelionato – por terem usado cartões de crédito das vítimas. As duas suspeitas foram levadas para a Colônia Penal de Buíque e o homem, para a Cadeia Pública de Garanhuns.

Com cerca de 50 páginas, o material produzido em computador e impresso cita os nomes reais dos três envolvidos, é ilustrado pelo próprio suspeito, que seria o líder do grupo, e chegou a ser registrado em cartório. “Ele é inteligente, divide a história em capítulos, fez sumário, descrição do autor e até tentou vender nas livrarias locais. É um dossiê”, resume o agente de polícia Daniel Ferreira da Silva.

De acordo com o delegado Wesley Fernando, responsável pelo caso, também foi encontrada na casa onde o trio vivia uma agenda onde uma das suspeitas mantinha anotações sobre os homicídios, tratando cada morte como uma missão. Para a polícia, não havia relação de proximidade dos suspeitos com as vítimas. “Eram pessoas necessitadas”, diz o delegado. 

A polícia desconfia que o trio pode ter feito outras duas vítimas. “Possivelmente a menina não é filha deles, mas da primeira vítima que eles fizeram, em outra cidade”, afirma o delegado. Segundo ele, a menina era usada como artifício pelo trio para atrair as vítimas, a quem era oferecido emprego como babá. 

“A criança assistiu aos homicídios e esquartejamentos. Ela foi a primeira a relatar os crimes aos policiais”, explica o delegado. Quando a polícia chegou ao local, uma das suspeitas pedia o tempo todo à criança que ficasse perto dela, mas os policiais conseguiram afastar a menina da suposta mãe e mostrar fotos das vítimas, que ela reconheceu imediatamente. “A menina disse: ‘Meu pai mandou ela pro inferno. Arrancou a cabeça dela e enterrou’”, afirma o delegado. Segundo ele, a criança está bastante abalada e foi encaminhada ao Conselho Tutelar, que está em busca de um novo lar para abrigá-la. A polícia não sabe ainda se houve violência sexual contra as vítimas, uma vez que os corpos estavam despedaçados. “No livro ele relata que os três comeram carne das vítimas, como se fosse um ritual de purificação”, conta o agente Daniel Ferreira da Silva.
Imagem e publicação do G1
Uma publicação encontrada pela polícia relata, em detalhes, os homicídios que teriam sido cometidos pelas três pessoas presas em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, nesta quarta-feira (11). O trio confessou ter matado e esquartejado duas mulheres, ocultando os corpos no quintal de uma casa. Segundo a polícia, os suspeitos viveriam um triângulo amoroso e dois deles diziam ser os pais da menina de cinco anos que morava com eles e foi peça-chave na elucidação do crime. Os três prestaram depoimento na tarde desta quarta na Delegacia de Garanhuns e serão indiciados por crime hediondo, ocultação de cadáver, uso de documento falso e estelionato – por terem usado cartões de crédito das vítimas. As duas suspeitas foram levadas para a Colônia Penal de Buíque e o homem, para a Cadeia Pública de Garanhuns.

Com cerca de 50 páginas, o material produzido em computador e impresso cita os nomes reais dos três envolvidos, é ilustrado pelo próprio suspeito, que seria o líder do grupo, e chegou a ser registrado em cartório. “Ele é inteligente, divide a história em capítulos, fez sumário, descrição do autor e até tentou vender nas livrarias locais. É um dossiê”, resume o agente de polícia Daniel Ferreira da Silva.

De acordo com o delegado Wesley Fernando, responsável pelo caso, também foi encontrada na casa onde o trio vivia uma agenda onde uma das suspeitas mantinha anotações sobre os homicídios, tratando cada morte como uma missão. Para a polícia, não havia relação de proximidade dos suspeitos com as vítimas. “Eram pessoas necessitadas”, diz o delegado. 

A polícia desconfia que o trio pode ter feito outras duas vítimas. “Possivelmente a menina não é filha deles, mas da primeira vítima que eles fizeram, em outra cidade”, afirma o delegado. Segundo ele, a menina era usada como artifício pelo trio para atrair as vítimas, a quem era oferecido emprego como babá. 

“A criança assistiu aos homicídios e esquartejamentos. Ela foi a primeira a relatar os crimes aos policiais”, explica o delegado. Quando a polícia chegou ao local, uma das suspeitas pedia o tempo todo à criança que ficasse perto dela, mas os policiais conseguiram afastar a menina da suposta mãe e mostrar fotos das vítimas, que ela reconheceu imediatamente. “A menina disse: ‘Meu pai mandou ela pro inferno. Arrancou a cabeça dela e enterrou’”, afirma o delegado. Segundo ele, a criança está bastante abalada e foi encaminhada ao Conselho Tutelar, que está em busca de um novo lar para abrigá-la. A polícia não sabe ainda se houve violência sexual contra as vítimas, uma vez que os corpos estavam despedaçados. “No livro ele relata que os três comeram carne das vítimas, como se fosse um ritual de purificação”, conta o agente Daniel Ferreira da Silva.
Imagem e publicação do G1

Veja foto dos assassinos de Giselly Helena (Geisa) e Alexandra de Garanhuns

Veja foto dos assassinos de Giselly Helena (Geisa) e Alexandra de Garanhuns
Abaixo as fotos dos participantes da morte das duas mulheres que estavam desaparecidas em Garanhuns e que seus corpos foram encontrados nesta quarta(11). As vítimas são Giselly Helena e Alexandra Silva. 
Os acusados são: Jorge Negromonte de 50 anos; Jéssica Camila de 22 anos e Isabel Pereira de 51 anos . Eles estão presos na 2ª delegacia de Garanhuns.







Créditos das imagens do Agreste Violento.
Abaixo as fotos dos participantes da morte das duas mulheres que estavam desaparecidas em Garanhuns e que seus corpos foram encontrados nesta quarta(11). As vítimas são Giselly Helena e Alexandra Silva. 
Os acusados são: Jorge Negromonte de 50 anos; Jéssica Camila de 22 anos e Isabel Pereira de 51 anos . Eles estão presos na 2ª delegacia de Garanhuns.







Créditos das imagens do Agreste Violento.

Corpos de Giselly e Alexandra são encontrados esquartejados e enterrados em residência de Garanhuns

Corpos de Giselly e Alexandra são encontrados esquartejados e enterrados em residência de Garanhuns Como anunciamos na postagem anterior, o que era uma forte suspeita transformou-se em confirmação. Os corpos encontrados hoje esquartejados e enterrados no quintal de uma residência no bairro da Liberdade em Garanhuns são mesmo de Alexandra e Giselly. Elas estavam desaparecidas há alguns dias. Hoje a polícia pôs fim ao mistério e o desfecho foi trágico. Acompanhe os detalhes na reportagem abaixo
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Um crime bárbaro chamou a atenção da população de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, na manhã desta quarta-feira (11), quando a Polícia Civil localizou os corpos de duas jovens que estavam desaparecidas. As vítimas foram esquartejadas e enterradas no quintal de uma residência na Rua dos Emboabas, no bairro da Liberdade.
De acordo com o delegado Wesley Fernando, que está à frente das investigações, o crime choca até mesmo quem já está acostumado a enfrentar casos bárbaros. “O estado dos corpos localizados é algo indescritível. Antes de serem enterradas, elas foram cortadas em pedaços e colocadas numa cova com cerca de um metro e meio de profundidade. Uma das jovens foi enterrada, inclusive, com a própria Certidão de Nascimento”, disse ele, lembrando que uma delas estava desaparecida desde o último dia 25 de fevereiro e a outra desde o dia 12 de março.
O CASO Após a notificação do desaparecimento de Giselly Helena da Silva de 31 anos, conhecida como “Geisa dos Panfletos” (desaparecida desde o dia 25 de fevereiro), a polícia começou as investigações referentes ao caso. O que chamou a atenção da polícia é que, mesmo desaparecida, Giselly Helena estaria fazendo compras em lojas da cidade, usando o cartão de crédito, já que as faturas continuaram chegando na residência dos pais.
De posse dessa informação e com a fatura do cartão da vítima, a polícia foi até os estabelecimentos apontados onde as compras haviam sido feitas e através de gravações das câmeras de segurança desses locais, conseguiu identificar três pessoas envolvidas. Os acusados, Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Jéssica Camila que, segundo a polícia, formariam um triângulo amoroso, foram localizados e detidos. Eles negaram participação no crime, mas quando chegaram na delegacia, Isabel Pereira confessou que, além de utilizar os cartões de crédito da vítima, eles teriam esquartejado a jovem e enterrado no quintal de casa.
“Quando chegamos até a casa, uma criança de apenas cinco anos – filha dos acusados Jéssica e Jorge – mostrou à polícia onde os pais enterravam gente”, disse o delegado. Para a surpresa da polícia, com o início das escavações no quintal da casa, outro corpo também foi localizado na cova. Trata-se de Alexandra da Silva Falcão, 20 anos, que estava desaparecida desde o dia 12 de março de 2012. Quando questionada sobre o motivo que teria levado o trio a matar as jovens, Isabel Pereira desconversou e disse ser guiada por vozes. “Segundo a Isabel, eles estariam procurando uma terceira vítima’, finalizou o delegado.
Os três acusados estão na 2ª Delegacia de Garanhuns, prestando depoimento. A polícia ainda não informou para quais unidades prisionais do estado eles serão encaminhados.
NE 10

Fotos: créditos do agreste violento












Como anunciamos na postagem anterior, o que era uma forte suspeita transformou-se em confirmação. Os corpos encontrados hoje esquartejados e enterrados no quintal de uma residência no bairro da Liberdade em Garanhuns são mesmo de Alexandra e Giselly. Elas estavam desaparecidas há alguns dias. Hoje a polícia pôs fim ao mistério e o desfecho foi trágico. Acompanhe os detalhes na reportagem abaixo
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Um crime bárbaro chamou a atenção da população de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, na manhã desta quarta-feira (11), quando a Polícia Civil localizou os corpos de duas jovens que estavam desaparecidas. As vítimas foram esquartejadas e enterradas no quintal de uma residência na Rua dos Emboabas, no bairro da Liberdade.
De acordo com o delegado Wesley Fernando, que está à frente das investigações, o crime choca até mesmo quem já está acostumado a enfrentar casos bárbaros. “O estado dos corpos localizados é algo indescritível. Antes de serem enterradas, elas foram cortadas em pedaços e colocadas numa cova com cerca de um metro e meio de profundidade. Uma das jovens foi enterrada, inclusive, com a própria Certidão de Nascimento”, disse ele, lembrando que uma delas estava desaparecida desde o último dia 25 de fevereiro e a outra desde o dia 12 de março.
O CASO Após a notificação do desaparecimento de Giselly Helena da Silva de 31 anos, conhecida como “Geisa dos Panfletos” (desaparecida desde o dia 25 de fevereiro), a polícia começou as investigações referentes ao caso. O que chamou a atenção da polícia é que, mesmo desaparecida, Giselly Helena estaria fazendo compras em lojas da cidade, usando o cartão de crédito, já que as faturas continuaram chegando na residência dos pais.
De posse dessa informação e com a fatura do cartão da vítima, a polícia foi até os estabelecimentos apontados onde as compras haviam sido feitas e através de gravações das câmeras de segurança desses locais, conseguiu identificar três pessoas envolvidas. Os acusados, Jorge Negromonte, Isabel Pereira e Jéssica Camila que, segundo a polícia, formariam um triângulo amoroso, foram localizados e detidos. Eles negaram participação no crime, mas quando chegaram na delegacia, Isabel Pereira confessou que, além de utilizar os cartões de crédito da vítima, eles teriam esquartejado a jovem e enterrado no quintal de casa.
“Quando chegamos até a casa, uma criança de apenas cinco anos – filha dos acusados Jéssica e Jorge – mostrou à polícia onde os pais enterravam gente”, disse o delegado. Para a surpresa da polícia, com o início das escavações no quintal da casa, outro corpo também foi localizado na cova. Trata-se de Alexandra da Silva Falcão, 20 anos, que estava desaparecida desde o dia 12 de março de 2012. Quando questionada sobre o motivo que teria levado o trio a matar as jovens, Isabel Pereira desconversou e disse ser guiada por vozes. “Segundo a Isabel, eles estariam procurando uma terceira vítima’, finalizou o delegado.
Os três acusados estão na 2ª Delegacia de Garanhuns, prestando depoimento. A polícia ainda não informou para quais unidades prisionais do estado eles serão encaminhados.
NE 10

Fotos: créditos do agreste violento