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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Lula lidera intenção de voto para 2018; Bolsonaro e Marina empatam em segundo, diz Datafolha




Uma pesquisa feita pelo Datafolha divulgada nesta segunda-feira pelo jornal "Folha de S. Paulo" sobre a disputa presidencial de 2018 aponta que o ex-presidente Lula (PT) mantém a liderança na preferência do eleitorado. Ele tem de 29% a 30% das intenções de voto. O petista é seguido por Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede), que têm 15%, empatados segundo lugar. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Esses números são para o cenário em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que aparece em quarto lugar com 8% das intenções de voto. Em dezembro de 2015, ele tinha 14% dos votos. E sua reijão cresceu para 35%, atrás apenas da de Lula (46%).

De acordo com a pesquisa, Jair Bolsonaro tem tendência de alta. Em dezembro de 2015, ele tinha apenas 5% das intenções de voto. Em dezembro de 2016, passou para 8%. Houve, então, um grande crescimento: em abril, passou para 14% e agora aparece com 16%.

Marina Silva traça caminho oposto ao do deputado federal. Em dezembro de 2015 liderava as intenções de voto no primeiro turno com 24%, à frente de Lula, nclusive. Agora, em junho de 2017, tem apenas 15%.

No quarto lugar da pesquisa aparece o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa (sem partido), com 11% das intenções de voto.

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Os números se mantém parecidos num cenário em que o candidato tucano à Presidência é João Doria, prefeito de São Paulo. Lula segue na liderança com 30% das intenções de voto, enquanto Jair Bolsonaro e Marina Silva ficam logo atrás, empatados com 15%. Doria aparece em quarto lugar, com preferência de 10% dos eleitores — num desempenho melhor que o do governador Geraldo Alckmin, seu correligionário e padrinho político.

Quando Joaquim Barbosa é incluído na consulta e o candidato tucano é Doria, Lula fica em primeiro (29%), seguido por Marina Silva (15%), Jair Bolsonaro (13%), Joaquim Barbosa (10%) e João Doria (9%). O percentual de votos brancos e nulos é elevado: 15%.

Num outro cenário testado, com Geraldo Alckmin como candidato tucano e com o juiz Sergio Moro (sem partido), Lula fica na frente com 29%, sendo acompanhado pelo próprio magistrado em segundo lugar, com 14%. Ele fica empatado com Marina Silva, também com 14%, e atrás vem Bolsonaro (13%) e Alckmin (6%).

Se não houvesse candidato petista algum, a disputa ficaria ainda mais embolada. Marina Silva ficaria na liderança, com 22% dos votos. Na sequência viria Jair Bolsonaro, com 16%; Joaquim Barbosa, com 12%; Ciro Gomes (PDT) e Alckmin, com 9% cada. Os grandes vencedores, porém, seriam os votos brancos e nulos: 23%.

Caso a disputa se desse somente entre candidatos que não são alvo da Lava-Jato, Marina Silva teria 27%; Bolsonaro, 18%; João Doria, 14%; Ciro Gomes, 12%. E os votos brancos e nulos corresponderiam a 26%.

SEGUNDO TURNO

Em simulações feitas de segundo turno, Lula também leva a melhor. Contra Alckmin, o petista tem 45% da preferência do eleitorado, enquanto o tucano conta com 32%. Os votos brancos e nulos seriam 22%. Já contra Doria, Lula se mantém com 45%, enquanto o prefeito de São Paulo tem 34%. Neste caso, os votos brancos e nulos corresponderiam a 19%. Se disputar com Bolsonaro, Lula também é apontado como provável vencedor: 45% contra 32%.

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Os únicos casos em que Lula não é apontado como vencedor são contra Marina Silva e o juiz Sergio Moro, num eventual segundo turno. No caso de Marina, os dois empatam com 40%. O percentual estimado de votos brancos e nulos é de 19%. Já com o juiz Moro, Lula é derrotado por 44% a 42%, mas fica tecnicamente empatado dentro da margem de erro.

O PT foi o partido de maior preferência com eleitorado, com 18% de intenções de voto. A pesquisa aponta crescimento da popularidade da sigla, que tinha apenas 9% das intenções em dezembro de 2016. No entanto, 59% dos entrevistados não manifestou preferência partidária.

Atrás, seguem PSDB e PMDB, empatadas com 5%. Outras legendas, PSOL, PV e PDT têm 1% das intenções cada.

O Globo

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