segunda-feira, 13 de julho de 2015

A PELEJA DO CAVALO MANCO:Presença de Calypso no Festival de Inverno divide opiniões

Banda Calypso

A presença de Calypso no Festival de Inverno de Garanhuns 2015 tem dividido opiniões entre aqueles que ficaram felizes com a entrada da banda na grade e os que acham que Joelma e Chimbinha deveriam passar bem longe da Praça Cultural Mestre Dominguinhos. De acordo com um colunista do NE 10, um dos fatores que mais pesaram para a escolha de Calypso no FIG foi o fato de ela ter obtido nota máxima na lista da comissão de análise de mérito formada pela Fundarpe para selecionar artistas para o evento.

Não é a primeira vez que a banda aporta em um festival de inverno aqui em Garanhuns. Em 2002, eles foram uma das atrações. As críticas, na ocasião, também foram contundentes, mas o show obteve um dos maiores públicos daquela edição, a 12ª.

 Em um país de dimensões continentais, onde diversas formas de cultura e arte, algumas que sequer conhecemos, afloram, simbolizando a identidade de um povo, criticar o gosto musical do próximo pode ser uma atitude não muito inteligente, que o diga Zeca Camargo. Mesmo que não se escute músicas de Calypso, devemos ter respeito por quem gosta, e não são poucos. O FIG é um evento multicultural e, antes de mais nada, é entretenimento pago com o dinheiro dos impostos dos apreciam a música de Ana Carolina, Lenine e Pitty, e dos que gostam de um som mais popular como Calypso, Cristiano Araújo, Aviões e outros do gênero, sendo assim, os direitos são iguais. Ademais, Calypso entrou dentro de um contexto mais amplo que foi a decisão da Fundarpe de homenagear o Pará com a "Noite de Artistas Paraenses".  Celebremos a diversidade.


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