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terça-feira, 11 de julho de 2017

Defesa Civil interdita outros dois blocos residenciais adjacentes ao que caiu em Garanhuns e moradores reclamam de saques e falta de assistência do poder público

Defesa Civil interditou complexos A e B nesta terça, 11 de julho

Pouco mais de 24 horas depois que um prédio com seis apartamentos veio abaixo deixando dois mortos no bairro Aluísio Pinto, a Prefeitura Municipal de Garanhuns, através da sua Defesa Civil, interditou os outros dois blocos (A e B) que se localizam no complexo residencial onde ocorreu a tragédia. No dia de ontem, 10 de julho, o Corpo de Bombeiros não havia enxergado risco eminente nos dois prédios nem a necessidade de evacuação. Entretanto, uma decisão no sentido de optar pela interdição foi tomada pela Defesa Civil, que também realiza inspeção em casas vizinhas para verificar a necessidade de novas interdições. 
Tragédia 24 horas depois: cenário mais parece um campo de guerra

 Desde as sete horas da manhã moradores estão no local recolhendo pertences e realizando a retirada  de móveis dos blocos A e B, agora interditados. O V&C acompanhou o drama de alguma dessas pessoas. A dor impregnada nos seus semblantes era tanta que chegava a ser palpável. Alguns nos procuraram para reclamar da falta de assistência por parte da Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Garanhuns que, segundo os mesmos, não estaria dando o apoio social e psicológico necessário às vítimas diretas e indiretas do desastre. Outra queixa é sobre  saques realizados na noite de ontem no local. Moradores disseram que pessoas conduzindo carroças estiveram à noite na área afetada e levaram diversos pertences que estavam entre os escombros. "Não colocaram nenhum guarda municipal aqui à noite. No Natal Luz colocam dezenas deles para proteger ursos de pelúcia, mas numa situação dessa, onde realmente precisa, não deixaram nenhum", frisou um  homem que mora em um dos blocos que foram evacuados hoje. O blog procurou a assessoria de imprensa do Governo Municipal que disse desconhecer a falta de assistência alegada pelas vítimas. De acordo com nota, a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, (SASDH), vem dando todo o apoio social, psicológico e jurídico às famílias atingidas de alguma forma pelo desmoronamento.

"As famílias com algum tipo de necessidade para auxílio estão sendo encaminhadas pela Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil (Compdec) para a Assistência Social. As famílias das vítimas, que moravam no prédio, receberão auxílio financeiro para locação de nova moradia, com validade de três meses, podendo ser prorrogado de acordo com avaliação técnica. A equipe de assessoria jurídica da SASDH está disponível para avaliar cada caso e encaminhá-lo para a melhor resolução, " diz parte da nota.
Famílias foram evacuadas de prédios vizinhos ao que caiu 

Ainda segundo a prefeitura, as famílias dos prédios vizinhos, interditados por medida de segurança,  estão sendo levadas para casa de familiares – com o apoio da Secretaria de Infraestrutura, que disponibilizou veículos – e, aquelas que também não tiverem para onde ir, terão acesso ao aluguel social por um período de até três meses.

Moradores realizam mudança nesta terça , 11 de julho
Moradores deixam prédios vizinho ao que caiu no bairro Aluísio Pinto em Garanhuns

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