quinta-feira, 14 de julho de 2016

Garanhuenses reclamam, e reclamam muito, da programação do 26º FIG, no Palco Mestre Dominguinhos


Há 26 edições é a mesma coisa. A programação do Festival de Inverno é divulgada e nós, o povo, a analisamos emitindo uma opinião contra ou a favor, boa ou ruim, favorável ou desfavorável, ao que nos foi imposto para digerir como sendo a boa cultura. Com o fortalecimento das redes sociais, esse grau de criticidade do cidadão se potencializou. Mas nunca antes na história do FIG uma grade de programação (do palco principal) desagradou tanto aos garanhuenses.

Desde que foi divulgada nos perfis do V&C nas redes sociais, a grade de programação do Palco Mestre Dominguinhos vem sofrendo uma enxurrada de comentários de desaprovação. Até o fechamento desta matéria cerca de 300 comentários, quase todos criticando o que foi apresentado, foram registrados. Nem os nomes de peso como Elza Soares, Alceu Valença, Elba Ramalho,  Zeca Baleiro, Gal Costa e Biquíni Cavadão aplacaram a fúria dos internautas. Mas é bom não esquecer que no palco principal, tão criticado, estarão artistas premiados internacionalmente.

Fora do epicentro do FIG ( Praça Mestre Dominguinhos) o evento, que este ano custou 6,5 milhões de reais, manteve a proposta a essência que o consagrou, com a consolidação dos vários polos que oferecem uma gama enorme de diversidade cultural para todos os gostos. 

Em que pese as criticas, que são legítimas e válidas, temos que entender que o FIG não é só a Praça Mestre Dominguinhos. A magnitude do festival é muito grande. Nele são oferecidas, com acesso gratuito para todos, diversas linguagens como:Cinema, Cultura Popular, Artesanato, Moda Patrimônio Cultural, entre outras. Além disso, tem-se a formação cultural onde oficinas e rodas de conversas são ofertadas ao público gratuitamente. Tem ainda o teatro, o forró, tem palco instrumental, tem a música clássica na Catedral, ufa.  Temos um dos maiores festivais culturais da América Latina e devemos valorizar, esquecendo, ao menos por nove dias, a nossa síndrome de vira-lata.  Por fim, vale registrar a justíssima homenagem a Naná Vasconcelos que levou a cultura do país e de nosso estado a diversos países do mundo.

5 comentários:

  1. Isso é normal, criar um evento cultural numa região de pessoas sem cultura.
    Quem acha ruim basta não pisar na praça, fica até melhor quando não esta lotado.
    Vale lembrar, que um evento desse nível com este nível de artistas e de graça, desconheço outro lugar que não seja uma capital.
    Agora o cara que gosta de arocha, brega, seringueira e tudo mais, tá cheio de buteco tocando seresta por aí.

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  2. Qual o pobre de Garanhuns, que teria visto, paralamas, titãs, Djavan, Lulu Santos, kid abelha, capital e tantos outros, se não fosse o festival de inverno? E de graça.
    Reclama, pq é "desculturalizado" mesmo.

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    Respostas
    1. Mas algum desses que vc mencionou vai vir? AmigO não generalize tanto, seja menas!!!

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  3. Qual o pobre de Garanhuns, que teria visto, paralamas, titãs, Djavan, Lulu Santos, kid abelha, capital e tantos outros, se não fosse o festival de inverno? E de graça.
    Reclama, pq é "desculturalizado" mesmo.

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  4. O povo reclama de tudo, ninguém nunca está satisfeito com nada...

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